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A invasão!

por cheia, em 11.04.25

Invasão

O Governo publicou os números da invasão de imigrantes

Não se sabe se estão corretos ou não, isto é: se ainda estão todos em Portugal, ou se já estão noutros países europeus

Quem não perdeu tempo foram: António Leitão Amaro e André Ventura, ambos grandes admiradores de Trump, correram para as televisões para encherem de números e medos os écrans, só faltou dizerem para não saírem de casa, enquanto eles não construíssem um muro, ao longo de toda a fronteira terrestre, de 10 metros de altura, porque os invasores são muito ágeis e escalam tudo

O ídolo deles gaba-se de lhe lamberem as botas, por causa das tarifas, o que mostra que o mundo está entregue a idiotas

As negociações para o acordo sobre as terras raras vai continuar, sob duas condições: que a Ucrânia aceite como dívida toda a ajuda militar e que as empresas americanas sejam as preferidas, para a exploração dos minerais

Quem está isento de tarifas é o sócio Putin, até agora, uma vez que a procissão ainda vai no adro

Amanhã, se verá de onde o vento soprará.

 

José Silva Costa 

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publicado às 09:30

2 Amores

por cheia, em 14.10.24

Novas tecnologias

 

As campanhas eleitorais trazem, sempre, muitas novidades: novas armas para, o adversário, vencer

Na América, neste novo século, têm sido usadas armas muito letais, como as notícias falsas, não aceitar os resultados, por parte de Trump, mobilizar multidões para, o adversário, intimidar

Mas este ano atingiu-se o cúmulo da estupidez, Trump e os seus correligionários estão a acusar Biden de ter utilizado os tufões e furacões contra o povo americano, principalmente contra os apoiantes de Trump

Assim, daqui em diante, qualquer um de nós pode comprar tufões, vulcões, furacões …….

para atirar contra quem quisermos, tudo graças às notícias falsas, fabricadas pela inteligência artificial e uns pozinhos de estupidez 

Ponham de parte os métodos antigos: o mau-olhado, as bruxarias, as rezas, as velinhas nos  cruzamentos, procurem, perto da vossa residência, numa farmácia, numa feira, num supermercado, vendem-se em pó, podem-se transportar nos bolsos, é uma mistura muito simples: pó de notícias falsas e pó de estupidez, manusear com cuidado, para não explodir, retira-se uma pequena porção do bolso, introduz-se o número do telemóvel do destinatário, regula-se o grau de 0 a 5, com grau 5 o destinatário evapora-se sem deixar rasto, envia-se como se fosse uma mensagem   

Por cá, também já estamos a experimentar as novas tecnologias para que o orçamento seja aprovado e para causarmos prejuízos a quem nos incomoda

Para conseguir um parceiro para a aprovação do orçamento, o Primeiro-Ministro inspirou-se na canção: “tenho dois amores, não sei de quem gosto mais.”

Assim, propôs-lhes reuniões secretas, um aceitou, o outro não, com o que aceitou, teve várias reuniões, mas infelizmente o namoro acabou, virou-se para o outro, mas também não se entenderam

Foi pena, esteve por um triz, a primeira aprovação de um orçamento, por partidos antagónicos, representados por André Ventura, Montenegro e Pedro Nuno Santos: queques!  

As mentiras têm perna curta, zangaram-se as comadres, descobriram-se as verdades, soube-se que quando se reuniu com o primeiro, disse mal do outro, quando a imprensa descobriu o namoro e os apanhou em flagrante, o Primeiro-Ministro terá pedido para ele sair pela porta dos fundos, o povo, quando soube, ficou em alvoroço

Os batalhões de comentadores, de todas as televisões, as figuras de proa e todos os que esperam ser muito beneficiados, pelo orçamento, não param de pressionar e argumentar para que, Montenegro e Pedro Nuno Santos, se casem.

 

José Silva Costa

 

 

  

 

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publicado às 07:50

Todos os anos!

por cheia, em 28.07.20

Incêndios!

 

Todos os anos, o martírio!

O mesmo sufoco sem dormir

As sirenes dos Bombeiros a ferirem-me os ouvidos

As chamas a progredirem nos ecrãs das televisões

As populações afogueadas, com receio de perderem as casas

Sem pensarem nas suas vidas

Ninguém quer perder a casa, antes de perder a vida

Mãos assassinas a acenderem fósforos

Mulheres e homens, apertados nas suas fardas, a correrem para o perigo

Sem hesitarem, sem pensarem nas suas vidas

Todos os anos, tantas vidas perdidas

Tantas árvores ardidas

O trabalho de uma vida queimado, num fósforo!

Como é que vamos acabar com este triste fado!

Todos os anos o mesmo estado

Tanto quilómetro queimado

Tanto avião fretado

E muito fogo ateado

O país mobilizado!

Mas basta um churrasco mal pensado

Ou um frango mal assado

Para queimar vidas e três Concelhos

Temos de ser mais cautelosos

O melhor é mesmo acabar com os fósforos

Ou metê-los num cofre

No cofre da nossa cabeça

Com um cadeado a dizer: não acender

Porque este país já não tem mais nada para arder

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 07:48


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