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Sintra!

por cheia, em 17.10.22

parques_de_sintra_palacio_nacional_de_sintra.jpg

Sintra

 

A bela e encantadora Sintra, romântica e moura, eterna namorada do Monte da Lua

À noite dorme nua, de dia veste-se de turistas de todo o mundo

Sala de visitas de Portugal, tens um encanto sem igual

Plebeia, saloia, aristocrática, rainha, ninho de namorados

Se os teus recantos e fontes falassem, tinham tanto para contar

Tantos beijos e abraços, juras de amor eterno, por entre o nevoeiro

Saloias, saloios, princesas, príncipes, rainhas, reis, amantes

Todos se beijaram e abraçaram, no teu chão sagrado, com a bênção da lua

O mundo inunda a rua, todos admiram o teu romantismo, beleza, brilho

Residência de verão da Coroa Portuguesa, devido ao teu fresco clima

Musa de escritores e poetas, por todos, cantada e admirada

Vives envolta em neblina, para te protegeres da inveja, devido à tua beleza

Com o Atlântico a teus pés, sonhas banhares-te nas suas praias naturais

Passas o dia a contemplá-lo, do alto dos teus palácios e castelo

Vendo passar os enormes paquetes, onde sonhas um dia embarcar

Ambicionas todo o mundo visitar, retribuir todo o carinho e amor, que tens recebido

Pelos teus muitos encantos, pelo teu romantismo, pelo teu acolhedor amor

Sintra! A mais bela e perfumada flor

Implantada na mais bela Serra

De onde brota amor

Romântica de noite, de dia e ao amanhecer

Ah! Linda Sintra, como é bom viver, todos os dias, a ver-te.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sintra

 

A bela e encantadora Sintra, romântica e moura, eterna namorada do Monte da Lua

À noite dorme nua, de dia veste-se de turistas de todo o mundo

Sala de visitas de Portugal tens um encanto sem igual

Plebeia, saloia, aristocrática, rainha, ninho de namorados

Se os teus recantos e fontes falassem, tinham tanto para contar

Tantos beijos e abraços, juras de amor eterno, por entre o nevoeiro

Saloias, saloios, princesas, príncipes, rainhas, reis, amantes

Todos se beijaram e abraçaram, no teu chão sagrado, com a bênção da lua

O mundo inunda a rua, todos admiram o teu romantismo, beleza, brilho

Residência de verão da coroa portuguesa, devido ao teu fresco clima

Musa de escritores e poetas, por todos, cantada e admirada

Vives envolta em neblina, para te proteger da inveja, devido à tua beleza

Com o Atlântico a teus pés, sonhas banhares-te nas suas praias naturais

Passas o dia a contemplá-lo, do alto dos teus palácios e castelo

Vendo passar os enormes paquetes, onde sonhas um dia embarcar

Ambicionas todo o mundo visitar, retribuir todo o carinho e amor, que tens recebido

Pelos teus muitos encantos, pelo teu romantismo, pelo teu acolhedor amor

Sintra! A mais bela e perfumada flor

Implantada na mais bela Serra

De onde brota amor

Romântica de noite, de dia e ao amanhecer

Ah! Linda Sintra, como é bom viver, todos os dias, a ver-te.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 07:51

Abandono!

por cheia, em 21.07.22

Abandono!

Chamas venenosas por todas as encostas

Aceleradas pelo vento, matam tudo por onde passam

As pessoas assistem, indefesas, ao roubo de bens e vidas

Rezam, mas as chamas não as ouvem e continuam com as suas investidas

As lágrimas sulcam-lhes as faces e inundam as rugas

Como se quisessem apagar as chamas

Arderam os animais, as plantas, as casas e as camas

O trabalho de muitas vidas, em pouco tempo, desaparecido

Nos choros sustidos, afogam-se os gritos, para não magoarem os sentidos

Corpos abandonados, às dores, vagueiam no fumo espesso dos horrores

Um silêncio aterrador inunda os campos ardidos

Todos os anos se repetem as tragédias dos incêndios

Abandonados e vergados pelos anos não conseguem retomar a vida

Se ninguém os ajudar, em breve vão definhar

Ninguém aguenta voltar a perder tudo quando se estava a reerguer

Os políticos papagueiam, como se soubessem tuto

Têm o seu sustento garantido, com o rendimento certo ao fim do mês

Saberão quão duro é arrancar, da pouca e pobre terra, o sustento?

Não é com palavreado, nem discurso estafado, muito bem preparado

Mas com muito trabalho, suado, à chuva, ao frio, ao sol

Sob o peso dos impostos

Para um dia perderem tudo

Que, para muitos, é nada!

Uns tarecos velhos, sem utilidade

Para os que vivem em palácios

Que conhecem o mundo

Que nunca precisaram de contar os cêntimos

Que não sabem nada

Do trabalho necessário, para produzir os seus alimentos.

José Silva Costa

 

 

 

 

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publicado às 07:56

Princesa

por cheia, em 14.09.21

Colares

 

Princesa da serra e do mar

Com os seus palácios e altares

No perfume dos pomares

É bela, é uma flor

 

É inebriante o seu néctar

Um vinho das profundezas da terra

Um vinho digno de um altar

O melhor que há, para celebrar

 

No verde da serra e no azul do mar

A noite, o sono e a lua vão-se deitar

Na esperança de que com o nascer do sol irão acordar

Para poderem apreciar o sabor a mar

 

Quando o sol começa a subir a encosta

A beijar a serra, Colares fica prisioneira

Uma bela saloia, muito namoradeira

Sonha com um príncipe, mas contínua solteira

 

Nos vapores do vinho ramisco

Viaja até à Praia das Maçãs

No agosto das multidões

Apanha o elétrico e volta para casa.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 07:42

Bolsos

por cheia, em 31.01.19

Dividendos

As empresas portuguesas, cotadas na bolsa, são muito generosas para com os seus acionistas, pagando dividendos, muito acima da média europeia.

Melhor que as empresas portuguesas, só mesmo as suas congéneres russas!

Mas, nada que chegue aos CTT, cuja administração aprovou a distribuição de dividendos no montante do dobro dos lucros!

Não sei onde foram buscar o dinheiro, mas isso também não interessa

CGD e CTT

Hoje, já todos dizem que houve má gestão na CGD, o que fez com que as notas tivessem voado dos cofres, para alguns bolsos

Quanto aos CTT, as notas terão tido outra origem, o riquíssimo património de uma empresa de cinco séculos que, ao longo de tantos anos, foi acumulando um património imobiliário de valor incalculável, distribuído pelos locais mais emblemáticos das nossas cidades e vilas

Não sei se, aquando da venda dos CTT, os palácios, palacetes e outros edifícios foram devidamente avaliados, o que tem acontecido é que os seus acionistas têm recebido bons dividendos, enquanto o serviço se degrada

Há quem queira reverter a privatização dos CTT, mas receio que revertam os prejuízos, porque nessa altura já não haverá mais nada para reverter, para mais uma vez os contribuintes pagarem, como aconteceu com a Caixa Geral de Depósitos

Enfim, é tudo uma questão de má ou boa gestão!

José Silva Costa

 

 

 

 

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publicado às 19:50


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