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Fogo!

por cheia, em 18.09.19

Golas de fogo

 

Aldeias Seguras

Golas de fogo

Os negócios com o fogo

Vão aos bolsos do povo

Por isso, é que tudo arde, de novo

Todos os anos!

A prevenção! Não

Senão, lá se vão os negócios

Para muitos tão proveitosos

Porque os preços, para a Proteção Civil

São a dobrar!

Os jornalistas falam demais

Os jornalistas sabem demais

Ai censura!

Em certas ocasiões, davas tanto jeito

Metias todo o pessoal em respeito

Isto de Governar em democracia é uma chatice

Andam, sempre, a escrutinar tudo

E a denunciar a aldrabice

Os incêndios, para muitos, são uma mina

Muito melhor, que o negócio da china

 

José Silva Costa

 

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publicado às 16:45

Ajuste direto

por cheia, em 04.08.19

Ajuste direto

A Proteção Civil, desde a sua criação, ainda não acertou o passo

A incompetência tem tido muito espaço

Falsas declarações de habilitações

Provocaram algumas demissões

Compra, quase tudo, por ajuste direto, com a justificação de urgência imperativa, mesmo quando se trata da compra de esferográficas!

Devem ser esferográficas especiais

Para escrever textos geniais

Para espantar pardais

A lei obriga a abertura de concurso público, mas devido à urgência imperativa, compram tudo por ajuste direto

Por que razão não acabam com o ajuste direto?

Porque as negociatas têm urgência imperativa

Tanta, que obrigou à criação de uma lei exemplar!

Agora, muito famosa: a lei das incompatibilidades de 1995

Que em 24 anos nunca foi levada à letra

Foi uma lei para inglês ver

Para mostrar que, em Portugal, temos boas leis para prevenir a corrupção!

Mas, como a lei nunca foi aplicada

Chegámos a esta triste situação

O Governo a pedir à Procuradoria

Se a lei é para levar a sério, ou não!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:46

O amor

por cheia, em 14.02.19

Dia dos namorados

Dia de todos os encantados

Com aquela, ou aquele que escolheram para partilhar o coração

Para os bons e maus momentos

Um dia para comemorar o melhor que temos: o amor

Uma flor para dar a todos, e em qualquer momento

A todas e todos sem exceção

A palavra de toda a atenção

A palavra que todos trazem na mão e nos lábios

Um aperto de mão, ou um beijo

Um cumprimento universal

De admiração, de boas-vindas, de fraternidade

Uma manifestação de apreço

Mas, quando todo o corpo participa nessa manifestação

Pode ser sinal de que poderá ter sido encontrada, a metade que lhe faltava.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 08:22


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