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A moda

por cheia, em 30.08.21

A moda

Estamo-nos a despedir do mar

As aulas vão começar

Mais um verão a terminar

Vem aí o doce setembro, para saborear

Podemos, até continuar a ver o mar

Mas, as idas à praia vão acabar

Os dias mais pequenos não nos permitem navegar

O material de praia temos de arrumar

Mais um ano à espera que as férias não se esqueçam de chegar

Não se pode passar a vida só a trabalhar

Porque o vento pode acabar

E, nós podemos ter pena de não o ter visto passar

O tempo não para, nem para descansar

Esse é que passa a vida, sempre, a trabalhar

Nós, por vezes, bem queríamos que descansasse

Mas, ainda bem que não nos obedece

Senão, podíamos estica-lo de mais

Assim, as horas, os dias, as semanas, os meses, os anos passam sem que possamos interferir

Tudo o que podemos fazer é aproveitá-lo o melhor que soubermos e pudermos

Vamos, novamente, a correr para o inverno!

É um grande privilégio estar constantemente a mudar de visual

Cada dia, cada estação veste-se de maneira diferente

E, isso interfere com a nossa imaginação

Queremos acompanhar toda essa variedade com muita atenção

Porque temos de adaptar os nossos hábitos e o vestuário à sua condição

Um grande desafio para quem impõe a moda

A quem muita gente obedece

E, se não andar nela, nem se quer adormece

Que bom, vestir o que me apetece!

Desde que não colida com a harmonia consentida.

José Silva Costa

 

     

 

 

 

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publicado às 07:53

A magia da lua

por cheia, em 07.06.20

 

Lua Cheia!

Não encendeis a minha candeia

Há noite, depois da ceia

A tua magia aumenta a fantasia

Não durmo como dormiria

A tua luz os olhos fere!

Uma energia, que os impede de se fecharem

Sei que interferes nas ondas do mar

Como me impedes de, os meus sonhos, navegar

Tenho de esperar que te deites

Para poder, enfim, descansar

Lua de quatro fases e de outras tantas faces

Ao longo dos séculos, quantos encantaste?

Quem amaste!

Misteriosa, bela, encantadora

Todos te têm cantado

Inspiradora de almas noturnas

Que não obedecem à noite

Que não adormecem

Que se portam como se o sol nunca se pusesse.

José Silva Costa

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publicado às 12:07


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