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Os jardins

por cheia, em 26.08.21

Os jardins

Nas avenidas das árvores

Passeias a beleza da Natureza

Admiras toda a sua beleza

Cada canteiro, cada árvore, uma certeza

Que o perfume tudo embeleza

Que harmonia, sem tristeza!

As árvores, os pássaros, as flores, na sua dureza

De uma vida parada na incerteza

Sem saberem se vai chover, se vai nevar, se vão viver na pobreza

Cada visitante tem no seu olhar uma delicadeza

Para cada cravo, para cada rosa uma fineza

Os idosos procuram os bancos, para descansarem da moleza

Onde tentam voltar a ser crianças e espantarem a tristeza

Enquanto as crianças, nas suas brincadeiras, exibem a esperteza

Os jardins são ponto de encontro de todos os encontros

São as casas dos pombos, dos namorados, dos abandonados

São palcos de alegria, de tristeza, de beleza e de ventos agitados

O que lhes vale é serem, pelos jardineiros, tão bem tratados

Os seus perfumes e flores são, por todos, muito admirados

São pelas plantas, pelos pássaros, crianças, mulheres e homens muito estimados

Os jardins, públicos, são um chão democrático

Onde todos podemos descansar das fadigas, das alegrias, do doce amar.

José Silva Costa 

 

 

 

 

 

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Julho!

por cheia, em 01.07.20

Mês de Férias

 

Julho, que sejas bem-vindo!

Que tragas um novo brilho

A um Verão diferente

Para as férias de muita gente

Que precisa urgentemente

De sair do confinamento do apartamento

De manter o afastamento

E, a quem tu podes ajudar, com o tempo

Mostrando-lhe um outro segmento

O de conhecer todo o país

Que para além das praias, tem muito mais

Tem muitos patrimónios!

Um vastíssimo património cultural e monumental

Disperso por todo o país

Que, infelizmente, muitos nem sabem que existe

Que, para todo o saborearmos, muitos anos seriam precisos

Este ano é a ocasião de deixarmos as praias sossegadas

De partirmos à descoberta do resto do país

De mergulharmos nos nossos rios

De usufruirmos dos nossos sumptuosos monumentos e jardins

De afugentarmos o demasiado calor, no centro duma Catedral ou de qualquer outro monumento

De saborearmos a nossa riquíssima gastronomia

Por todos tão admirada!

Não nos faltariam argumentos

Para celebrarmos ao progresso do Interior

Para ver se somos capazes de criar um país mais harmonioso

Baseado no aproveitamento de todos os seus recursos

Para a sustentação de uma economia verde

Que é o que a Natureza quer

E os povos estão a escolher.

 

José Silva Costa

  

 

 

 

 

 

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publicado às 07:48


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