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Bem-vindo, Junho

por cheia, em 01.06.22

Junho

 

Junho, mês dos Santos Populares

Das marchas e dos manjericos

Dos arrais e dos petiscos

Da sardinha assada e bailaricos

Das férias, da praia e namoricos

Verão, calor, sabor a sal

Um mês de muito sol e alegria

Para receber o verão com toda a energia

Muita folia e magia nas noites quentes

Felizes dias e bons ambientes

Para regozijo das gentes

Mostrando que as sociedades recreativas estão vivas

Que as cidades não estão perdidas

As saudades continuam entretidas

Ao sabor das correrias das vidas

Tão disputadas pelas audienças

Tanta concorrência!

Não faltam bons eventos

O difícil é escolher

Um mês que convida ao lazer

O muito que os nossos olhos querem ver

A impossibilidade de tudo usufruir

As férias porvir

O cansaço já se está a sentir

O descanso demora a sorrir

O verão proporciona convívio e encontros

Matar as saudades e os amigos abraçar.

 

José Silva Cos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 08:00

O futuro é hoje (7)

por cheia, em 16.11.21

O futuro é hoje  (7)

 

 

O Luís ficou um pouco aliviado por os construtores de automóveis, incluindo Portugal, não se terem comprometido com uma data, para acabarem com os motores a combustão, na 26ª Conferência das Unidas sobre as Alterações Climáticas ( COP 26)

Mas sabe que mais tarde ou mais cedo têm os dias contados, porque as pessoas começam a ter receio de os comprarem, não sabendo se continuarão a ter assistência, peças ………..

Só pede que o seu posto de trabalho se mantenha até atingir a idade da reforma, porque já não se sente com força para procurar outro emprego, nunca fez outra coisa

Quando chegamos aos sessenta anos, começam a faltar as forças para novos desafios, queremos é obter a reforma, para fazer, o que tantas vezes adiámos, como se reformados, conseguíssemos concretizar todos os sonhos, adiados

Quantas vezes, os planos saem furados! Porque nos falta a saúde, porque temos de cuidar dos netos, o que quase todos fazem com tanto gosto, que se esquecem dos planos feitos ao longo da vida, para a caminhada final

Com a digitalização, esperava-se que tivéssemos mais tempo para estar com a família e para o lazer. Mas, infelizmente, tal não está a acontecer

Temos tido dificuldade em acabar com a burocracia do papel, de que tanto gostamos, hábito de tantos anos!

Se não preciso do atestado médico, em papel, para renovar a carta de condução, pela internet, por que razão é que o médico continua a imprimi-lo?

Se os maiores de 25 anos, que não precisem de averbar alterações no Cartão de Cidadão, podem obtê-lo sem ser preciso ir dormir para a porta das Lojas do Cidadão, por que razão continuam a fazê-lo?

Infelizmente, muita gente, ainda não mexe num computador, mas esse problema poderia ser atenuado, se as Juntas de Freguesia tivessem um espaço para ajudarem os fregueses, evitando deslocações, perda de tempo, gastos desnecessários

Tudo o que se poder fazer no digital deveria ser publicitado, para que as pessoas adiram, para não se desperdiçarem horas de trabalho ou lazer, papel, dinheiro, contribuindo para um planeta mais sustentável

Todos estamos de acordo que é preciso acabar com os combustíveis fosseis, mas quando os equipamentos são desligados, os trabalhadores reagem e com razão, temem pelo seu futuro, aconteceu com o encerramento da refinaria, em Matosinhos, e está a acontecer com o anuncio do encerramento da central termoelétrica, a carvão, do Pego, previsto para 30/11/2021.

Continua

 

José Silva Costa

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publicado às 07:51

O futuro é hoje (3)

por cheia, em 02.11.21

O futuro é hoje

3

A Filomena defende que todos os contribuintes deviam ser obrigados a ter uma conta bancária e um cartão multibanco, sem quaisquer encargos para os mesmos

Se todos têm de ter o Cartão de Cidadão, o Cartão de Identificação Fiscal, o Cartão de Utente do Serviço Nacional de Saúde, era mais um Cartão, indispensável ao ritmo de vida, do século XXI

Uma conta bancária faria com que muitos idosos não tivessem de ir, todos os meses, para a fila, na Estação dos CTT, para receberem as pensões, fazendo com que, por vezes, ponham a vida em perigo, por contágio do vírus da gripe ou outros

Como nem todas as povoações têm Estação dos Correios, seria uma maneira de poupar as pessoas a mais despesas e incómodos, nos anos dourados, em que todos os momentos devem ser aproveitados

A nossa jovem, uma menina do terceiro milénio, sonha com uma sociedade mais evoluída, liberta das burocracias desnecessárias, para que tenha mais tempo para o lazer

Assim que todos tivessem um cartão de débito, poderiam acabar com o dinheiro, seria uma boa libertação, do peso, das moedas de cêntimo

Uma evolução à altura da tecnologia, um passo em direção ao espaço, tudo mais facilitado

Um maior controlo sobre as fortunas, menos fuga aos impostos, acabava-se com o dinheiro nos colchões, com os roubos, porque o cartão seria acionado pela voz

Segundo a Filomena, o cartão bancário e o telemóvel são as nossas coordenadas, ainda que não saiba dizer qual deles é a longitude, ou a latitude, sempre que os utilizamos, sabem onde estamos e o que pagamos

O telemóvel tornou-se indispensável, precisamos dele para tudo:

Contatar e ser contatado, comprar e vender, fotografar e ver, consultas obter, receitas, alertas, validações, tantas e tantas operações, quantas as imaginações

Uma das últimas e boas decisões foi permitir renovar o Cartão de Cidadão, sem sair de casa, onde temos de utilizar o cartão bancário e o telemóvel.

 

José Silva Costa

 

Continua

 

  

 

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publicado às 07:58


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