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Bem-vindo Abril!

por cheia, em 01.04.23

Dia das mentiras!

Abril, dia das mentiras, águas mil, liberdade, Primavera!

Um tempo que deveria ser de paz, como deveriam ser todos os dias

Para alguns, mais uma paragem para descanso, umas férias, passeios ……

Para outros, o mesmo de sempre: trabalho, fazer esticar o ordenado, deixar os filhos entregues aos telemóveis

Pronunciar mil vezes, por dia, as bonitas palavras, Feliz Páscoa, Páscoa Feliz

É a primeira grande quadra festiva do ano, para os Cristãos, e não só

Todas as paragens para confraternizações são bem-vindas

Nestes tempos de muitas separações, todos os pretextos, para que as famílias se reúnam, são muito bons

Abril, mês de ressurreição, de renascimento da Natureza, e de um novo ciclo de vida

Todos os anos, por esta altura, as aves despertam para o acasalamento, a construção dos ninhos, a criação dos filhos, uma grande azáfama

Este ano, até o Governo despertou para o problema da habitação, um problema que tem barbas brancas

Mas, só de vez em quando é que os ninhos dos humanos saltam para as primeiras páginas dos jornais

Não há mais tempo para espera, toda a gente desespera, todos querem um cantinho para morar, para namorar, para viver e os filhos ver crescer

Não temos casas, a educação, a saúde, a justiça está tudo num caos

As maternidades estão fechadas, nas urgências morre- se sem assistência

O que funciona é a propaganda do Governo!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 08:09

À antiga!

por cheia, em 09.02.21

À antiga!

 

Este inverno está ser, como há muitos anos não via

Tão diferente dos invernos, que mais, primaveras, pareciam

Está a colaborar com o Governo, no seu: “ fique em casa”

As casas é que estão muito sobrecarregadas

Em Escolas, Universidades, escritórios e salas de reunião, transformadas

Até eu voltei à Escola!

Como não aproveitar tanta sabedoria a entrar no aconchego do lar

Como os tempos estão a mudar!

Será que este tempo se deve à redução da poluição?

Os aviões ficaram em terra e os carros junto à habitação

A avenida está limpa e a rua mais convidativa

As casas é que não param de se queixar

Estão muito saturadas. Vinte e quatro horas, sempre, ocupadas!

Anseiam pelo fim do estado de emergência

Por quanto mais tempo teremos de continuar na “prisão”?

Não podemos desesperar

A primavera está a chegar.

 

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 09:55

A bola e a polírica

por cheia, em 29.03.19

A bola e a política

Já todos tinham opinado sobre as relações familiares deste Governo

Faltava Marcelo, os jornalista dispararam

Este não se fez rogado, chutou para Cavaco

Cavaco, que no livro “quintas feiras e outros dias”, só fala das quintas feiras, esquecendo-se dos outros dias

Como se não tivesse Governado, este país, durante uma eternidade!

Chutou a bola para Costa

Este, aproveitou para lhe avivar a memória

Lembrando-lhe que deste Governo ainda não saiu ninguém para criar um Banco

Para depois o levarem à falência, tendo os contribuintes de pagar a má gestão

Como a de vender, de manhã, ao Sr. Cava e filha, ações a um euro

À tarde compraram-lhas a três euros. Um negócio da china!

Há algum ministro de Cavaco, que não esteja a contas com a justiça?

O que é que será pior, ter filhos netos bisnetos, mulher, marido, filha, enteada, madrasta, no Governo, ou ministros corruptos?

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:35

Como endireitar a sombra

por cheia, em 20.11.17

Como endireitar a sombra de uma vara torta

 

Às cinco da madrugada o passarinho cantou

A Secretária de Estado da Educação, com Mário Nogueira, acordou

Um memorando de entendimento para adiarem a discussão do descongelamento

Mas antes, já António Costa, com ele tinha esgrimido, o que seria acordado

O Orçamento do Estado vai ser aprovado

Já está tudo muito ensonado!

Vamos continuar a discussão a quinze de Dezembro

Nessa altura já o Orçamento estará em Belém

Vem aí o Natal, precisamos de paz social

Para podermos saborear as prendas, das lutas laborais

Fazemos esta trégua, não há vencidos nem vencedores

Vamos festejar o Natal e o Ano Novo, na alegria e paz do Senhor

Em 2018 travaremos a batalha final

Cumpriremos a legislatura do triunvirado

Se entretanto, o árbitro não chutar para canto

Se conseguirmos essa proeza, para muitos será um espanto

Uma geringonça em contínuo aperfeiçoamento

Que acabou com um período em que um dizia mata e o outro esfola

O pior vai ser o divórcio, em 2019!

Todos a desfiarem um rosário de conquistas dos trabalhadores

Este é o encanto da democracia

Em que nunca há a certeza de nada

Tudo, todos os dias, está no fio da navalha

Tal como as nossas vidas!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:53


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