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Casamentos!

por cheia, em 13.06.19

Santo António

Santo António, por Lisboa venerado

Por Pádua e Lisboa disputado

É grande o seu legado

Celebrar o Amor, é o seu fado

Todos os anos, tão empenhado

Em cumprir o apostolado

Levar homens e mulheres aos altares, e dizerem:

“Aceito casar contigo e estarei, nos bons e maus momentos, ao teu lado”

Um dia, sempre, recordado

A Sé de Lisboa já não tem memória de quantos rostos, nos dias 13 de Junho, por ela, passaram

Para os casamentos de santo António

Sempre com promessas de amor, que nem sempre resistiram ao tempo

A vida a dois exige muito amor, compreensão, tolerância

Mas, a relação entre a mulher e o homem é que dá origem à mais bela flor: a criança

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:50

A amizade

por cheia, em 26.05.19

Maio

Maio, mês do sol, das flores, dos fins de tarde encantadores!

Das cerejas rubras e deliciosas, como os beijos

Do desejo de te beijar, como se cerejas estivesse a provar

Os teus lábios são romãs, com cerejas a namorar, que gosto de saborear

Vamos aproveitar este sol de Maio, para nos embalar

Não há mês como este para nos levar ao altar

Quem me dera que todo o ano fosse Maio

Passar todo o tempo no sorriso do teu encanto

Sem chuva, sem frio, sem vento

Só com o sol a brilhar nos teus olhos e o corpo a saber a mar

Na praia, no campo, no meio das flores, a sonhar

Com futuros, sem muros, sem guerras, sem fomes, sem pobres

Talvez sejam só visões, mas seria tão bom viver na ilusão

Sem saber da realidade, dura e crua

Abraçar um desejo, um sonho, um amanhecer diferente

Onde a humanidade pudesse estar toda abraçada por uma causa

A amizade!

 

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 19:32

Maio

por cheia, em 29.04.19

Abril

Abril, o mês mais florido

O mês da liberdade

O mês de águas mil

Abril, trouxeste uma madrugada perfumada

Cheia de dúvidas e sonhos

Uma promessa de mudança, na cor de um cravo

Uma promessa de amor do tamanho do coração

Uma revolução que não queria que o sangue manchasse a sua ação

Abril, 45 anos a sonhar com cravos a florir

Nos canos das espingardas, como se fossem balas perfumadas

As ruas, primeiro, ficaram caladas

Depois, rebentaram de alegria

Nunca Lisboa tinha assistido a tanta magia

Em todas as ruas, a liberdade, corria

Para adultos, jovens e crianças, sorria

Foi o mais longo dia

À espera de sabermos para onde o futuro iria

José Silva Costa

 

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publicado às 22:31


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