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As Mães!

por cheia, em 02.10.19

As Mães!

Tanta gente preocupada com a falta de nascimentos!

Mas, ninguém preocupado com a falta de creches!

Hoje, ao contrário do que aconteceu noutros séculos

Quase todas as mulheres para além de trabalharem em casa, tem necessidade de ter um, ou mais empregos

E, ainda, por cima, algumas ficam, sozinhas, com os filhos nos braços

Porque são quase sempre elas que ficam com a guarda dor filhos, quando o casal se desentende

Não tendo nenhum familiar a quem os deixar, uma ama ou creche, têm de procurar

Como o Estado não assegura creches, para todos, ao privado têm de recorrer

Na Amadora, às portas de Lisboa, mais uma creche, ilegal, foi fechada

As mães disseram que sabiam que a creche era ilegal, mas não têm alternativa

A creche funcionava das 5 às 23 horas!

Há senhoras que começam a trabalhar muito cedo, principalmente nas limpezas!

Uma das mães disse que tinha de ter dois empregos, para poder sobreviver!

Este é o drama de um país pobre, que sonha ser rico

Que desbarata o dinheiro em coisas inúteis

Não tendo como prioridade as infraestruturas

Ainda temos dois dias, para questionar os partidos, que querem os nossos votos, para sabermos o que pensam sobre estes problemas, que tanto preocupam os pais!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 18:52

Flores

por cheia, em 28.08.18

Flores, flores, para acalmar as tuas dores

Por cada flor que me deste, devo-te mil flores

As flores que cresceram no teu ventre, são gente

Ah, como acaricias a minha mente!

Por cada dia, por cada dor, estou-te grato, eternamente

As nossas flores, todos os dias, são regadas, por nós, ternamente

Por cada beijo, por cada caricia, devo-te todas as flores, que caibam numa semente

Por cada flor que criamos, recebemos um perfume emergente

Todas as flores têm um perfume ardente

Que deveria ser repartido emocionalmente

Um perfume que se vai evaporando, continuamente

As flores, ao acasalarem, podem dar origem a novos jardins, perfumados, profundamente

De algumas cores, todos uns amores, de intensos cheiros, espalhados, difusamente

E, assim foi crescendo o grande jardim universal, sucessivamente

O único jardim, cujas flores podem mudar de canteiro, constantemente.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 22:11


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