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A Família

por cheia, em 13.04.24

A família!

por cheia, em 12.04.24
 

25 de Abril, 24                Reedição

 

Em 50 anos muito envelheceste

Já te querem reformar, mesmo que o tempo, para a reforma esteja a aumentar

Ao 24 de Abril, querem regressar, para à “família tradicional” regressar

 Ninguém está a querer casar!

E, mais, não só não querem casar, nem filhos criar, quanto mais a casa dos pais abandonar

Uma vez que não ganham o suficiente para uma casa alugar ou comprar

O que eles querem é viajar, mesmo que alguns sejam contra as energias fósseis

Hoje, a prioridade dos jovens é viajar. Os portugueses, mesmo com baixos vencimentos, ou não estando, ainda a trabalhar, dão-se ao luxo de irem fins-de semanas seguidos, por essa Europa fora, com o pretexto de irem visitar amigos/as, que estão a fazer Erasmo, ou sem pretexto

Assim, como é que vamos voltar à ” família tradicional” dos 15 filhos?

A não ser que façamos como o Estado Norte Americano do Arizona, que recorreu a uma lei de 1864, para proibir, também, o aborto em casos de violação ou incesto

A educação sexual, nas escolas, não avança por que razão?

També tem a ver com a “família tradicional”, é que as doenças venéreas estão a aumentar?

Em Espanha já soou o alarme, vão distribuir preservativos aos adolescentes, para que não digam que não os utilizam, porque não têm dinheiro para os comprar

Não queiram voltar ao fado estafado: “quanto mais me bates, mais eu gosto de ti”

 

José Silva Costa

 

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publicado às 08:06

Abril!

por cheia, em 03.04.24

Abril de 2024

Reedição

Cinquenta anos em Liberdade a beber o vento

Mais tarde ou mais cedo tinha de chegar este momento

Há muito que o rumo tem muito de apoquento

Há forças a remar contra qualquer entendimento

O mundo sofrerá por não travar este recuamento

A defesa da Liberdade merecia muito mais tento

Mas, aqueles que sempre a tiveram, só pensam no sustento

Acham que nunca a perderão, não pensam no evento

Os novos ventos, para alguns, são um deslumbramento

Mas, para os que muito sofreram com o tormento

Nunca darão, a tais ideias, consentimento

Sabem que foi muito longo e duro o ensinamento

Todo o progresso é feito de muito trabalho e talento

Para comermos o pão, temos de juntar à farinha, o fermento

Se queremos viver em paz, não podemos escolher o vento turbulento

Teremos de acarinhar os que defendem a solidariedade e o alinhamento

Que colocam as pessoas no centro, contra a ganancia do enriquecimento

As sociedades mais felizes são as que vivem em entendimento

Onde não há grandes desigualdades, não há motivos para envenenamento

Em vez de ódio, cultivam a paz, a amizade, o respeito, o contentamento

Se quisermos viver em Liberdade, temos de lutar contra o constrangimento

De quem no-la quer tirar, por a odiar, está nas nossas mãos o cumprimento

Dos nossos deveres: irmos votar. Mas em pessoas com pensamento

Para que mais tarde, não tenhamos de fazer, nenhum lamento

Manter a paz é o melhor que o homem faz, a guerra é um mar sangrento

 

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 08:01

Abril

por cheia, em 01.04.24

Abril, 2024

 

A Liberdade!

Flor bonita, delicada, singela, vertical, insubmissa: solteira

Não consente ser aprisionada, por nenhum poder :independente

Não há prisões, nem correntes, que a consigam prender : prudente

Desejada por todos, amada, admirada, venerada, cantada: elegante

Luz, amor, dor, ardor, valor, semente, valor, menina arisca: mulher

Alegria, fantasia, teimosia, filosofia, harmonia: inteligente

Pão, paz, liberdade, educação, habitação, fraternidade, igualdade: eloquente

Cabelos ao vento, vozes no pensamento, leis, discussões: Parlamento

Perfume no ar, flores ao vento, trinados da passarada: Primavera

Crianças contentes, em correrias, nos parques, como se fossem abelhas, nas flores: futuro

Como é bela a Liberdade, no perfume de um cravo, nos sorrisos das crianças!

Viva a Liberdade!

 

José Silva Costa

 

 

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publicado às 07:50

O sol

por cheia, em 10.04.23

Praias

 

Em Abril o sol é mais feliz

São muitas horas de sol

Os teus olhos são a luz dos dias

Há cegonhas esguias

Que chocam os ovos nos ninhos, quentes

No silêncio de um céu transparente

As praias estão cheias de gente

Tu és o culpado desta enchente

Mas alguns vão na corrente

O mar podia ser mais prudente

Já que as pessoas nem sempre o são

A culpa é toda tua!

Quando aqueces, as pessoas esquecem-se

Que o mar é muito perigoso

Só pensam em refrescar-se

O que lhes dá muito gozo  

Tanto faz ser jovem, ou idoso

Mas, tu oh sol radioso!

Que és tão sensato e bondoso

Não permitas que o mar seja tão manhoso

Que leve as pessoas ao engodo

Não aqueças, quando vires que o mar está perigoso

Vais ver que deixamos de ver, todos os anos, esta mortandade

De pessoas, ainda, na juventude da idade

Que deixam tantas saudades

E causam tanta tristeza e dor

A vida não tem preço, mas tem muito valor.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

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publicado às 07:55


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