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Dia de Portugal

por cheia, em 10.06.19

Dia de Portugal

Os Portugueses

Povo guerreiro e aventureiro

Que percorreu o mundo inteiro

Durante cinco séculos manteve um grande império

“ Camões, grande Camões, igual causa nos fez perder o Tejo” (Bocage)

Fomos tantos, os que o perdemos!

E muitos, para sempre

“ Em perigos e guerras esforçados/ mais do que prometia a força humana” (Camões)

Uns foram para além da Trapobana

Muitos outros ficaram pela costa Africana

Numa luta inglória, contra os ventos da História

Quando outros países, colonialista, há muito se tinham apercebido da chegada da hora

De dar a independência, aos povos, que há muito, por ela, lutavam

A hora, para as nossas colonias, acabou por chegar atrasada

Quando a Nação já estava muito estafada

Uma revolução, que foi muito acarinhada

Permitiu uma gloriosa alvorada

Pelo mundo propagada

Fazendo com que uma nova era tenha começado

Ninguém gosta de viver amordaçado

A liberdade é uma flor muito amada

Bom dia de Portugal, para todos

Seja em que lugar for

José Silva Costa

 

 

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publicado às 19:54

Adeus

por cheia, em 05.06.19

Agustina Bessa-Luís

 

Quis o destino que partisse, enquanto se realiza o maior certame anual, no país, dedicado aos livros e aos seus autores: a feira do de livro de Lisboa

Só queria que visse! Na tarde em que partiu, as televisões, que fizeram reportagens sobre a festa no Parque Eduardo VII, só mostraram pessoas carregadas com os seus livros!

Não sei se esgotaram! Só sei que mal souberam da sua partida, mandaram ligar as rotativas

Para eles, foi ouro sobre azul, o dia escolhido

Algumas pessoas não leem livros. Mas compram-nos a metro

Fazem parte da decoração das suas casas

Dá um ar de intelectualidade, torna-os importantes

Os amigos não deixam de os elogiar, pela quantidade e valor das obras expostas

Ainda que os livros nunca sejam abertos!

Como sabe, muitos, grandes, escritores foram ignorados em vida

Mal viram um livro publicado, dos muitos que escreveram

Anos ou séculos depois de falecerem, há quem faça muito dinheiro com as suas obras, e não só!

Fernando Pessoa é um deles! Hoje, admirado e lido em todo mundo

É também recordado por uma infinidade de bugigangas, aproveitando a sua fama

Os políticos também não deixaram de aproveitar a oportunidade

Estamos em ano eleitoral!

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

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publicado às 21:28

A vergonha

por cheia, em 29.05.19

A vergonha

 

A corrupção é uma teia

Que muitos, enlameia

Todos os dias nos incendeia

Para a qual, o país tem muita veia

Que falta de ética nos bombardeia!

Só pensam em esquemas, mas volta e meia

Alguns vão para a cadeia

Ficar com o alheio, é coisa feia

Mas a ganância não tem peia

É preciso que toda a gente leia

Que tudo o que é público, é sagrado

Compete, a sua distribuição, ao Estado

Não é só para o engraçado

Que pena, a vergonha tenha acabado!

 

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 20:53

A amizade

por cheia, em 26.05.19

Maio

Maio, mês do sol, das flores, dos fins de tarde encantadores!

Das cerejas rubras e deliciosas, como os beijos

Do desejo de te beijar, como se cerejas estivesse a provar

Os teus lábios são romãs, com cerejas a namorar, que gosto de saborear

Vamos aproveitar este sol de Maio, para nos embalar

Não há mês como este para nos levar ao altar

Quem me dera que todo o ano fosse Maio

Passar todo o tempo no sorriso do teu encanto

Sem chuva, sem frio, sem vento

Só com o sol a brilhar nos teus olhos e o corpo a saber a mar

Na praia, no campo, no meio das flores, a sonhar

Com futuros, sem muros, sem guerras, sem fomes, sem pobres

Talvez sejam só visões, mas seria tão bom viver na ilusão

Sem saber da realidade, dura e crua

Abraçar um desejo, um sonho, um amanhecer diferente

Onde a humanidade pudesse estar toda abraçada por uma causa

A amizade!

 

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 19:32

Vamos votar!

por cheia, em 20.05.19

Vamos votar

Não compreendo o desinteresse

Que tantos eleitores demonstram

Pelo direito de escolherem os seus representantes

Seja para o Parlamento Europeu, Assembleia da República, Autarquias, Presidente da República!

Porque é um direito, que foi conquistado, com muitas lutas e mortes

Só depois de1974 é que o direito de voto se tornou universal

É triste ver, como muitos desperdiçam, um direito, do destino, escolher

Mas têm de perceber que o destino vai ser conduzido

Por quem, no Parlamento, uma maioria, obtiver

Podem arranjar as desculpas que quiserem, para não irem votar!

Mas nenhuma é válida!

Como é que podemos responsabilizar os governantes, por isto ou por aquilo

Se formos nós, os primeiros a não cumprirmos com o nosso dever!

Portanto, não nos podemos desresponsabilizar, escudando-nos com o não cumprimento dos outros

O que os governantes, deputados, presidentes fazem ou não fazem é da sua responsabilidade

Em cada ato eleitoral, temos o poder nas nossas mãos

Se prescindirmos dele, não contribuiremos para a escolha dos nossos representantes

Cada um que faltar, é menos um voto a contar, para uma solução participada

Portanto, amigas e amigos, para um futuro melhor

Todos temos a obrigação de participar

Uma boa semana, para todos

Mas, no Domingo, não se esqueçam de ir votar.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 21:22

Canções!

por cheia, em 15.05.19

O festival da canção

A Europa vestiu-se a rigor

Para ouvir e ver os seus cantores

Foi maravilhoso ver os casais a beijarem-se

Expressando todo o amor

Numa festa em que a Europa confraterniza

E a torna, uma vez no ano, mais unida

É bom dar lugar ao amor, à alegria, à vida

Todos deram o seu melhor, para chegar à final

Mas, só alguns conseguiram passar

E, no fim, só um vai ganhar

O principal é dizer presente, participar

E orgulhar-se de contribuir para, milhões no mundo, alegrar

Não vale a pena desesperar

A vida é feita de vitórias e derrotas

E, para o ano podemos voltar a tentar

Só a paz permite estas realizações

Onde cabem todos os corações.

 

José Silva Costa

 

 

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publicado às 21:06

Contas

por cheia, em 11.05.19

Contas

 

A luta dos professores serviu para clarificar algumas coisas:

Primeiro, os portugueses não sabem fazer contas! O que não admira, porque quase todos têm negativa à disciplina de matemática

Segundo, só os partidos, que nem eles acreditam que um dia serão chamados a formar Governo, aprovaram, sem condicionantes, a contagem total do tempo de serviço dos professores, porque sabem que nunca lhes será exigido o cumprimento desta aprovação

Terceiro, se António Costa, na próxima legislatura, continuar a ser o primeiro-ministro, não falará mais em contagem do tempo de serviço dos professores, avaliações, nem carreiras, porque o que não tem solução, solucionado está. O melhor é colocar-se-lhe uma pedra em cima, para que não provoque mais confusão

Quanto aos partidos, que prometem inscrever nos seus programas eleitorais, que contarão todo o tempo de serviço dos professores, se houver dinheiro, se fizer bom tempo ……….., já se sabe que nem daqui a cinquenta anos, os professores virão cumprida a sua revindicação .

 

José Silva Costa

 

 

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publicado às 20:07

Dia de todas as mães

por cheia, em 05.05.19

Dia da Mãe

Mãe, tinha tanto para te dizer

Mas, perdi-me a procurar as palavras

Que conseguissem descrever tudo o que sinto por ti

Nunca as consegui encontrar

Para tudo há tantas palavras!

Mas, para mãe, não encontro nenhuma que seja suficiente

Um dia acordei determinado

A dizer-te tudo, mesmo calado

Olhei para o lado

Já te tinha levado

Para sempre!

Não te cheguei a dizer tudo o que é ser mãe

Assim, vou continuar a trabalhar

Para descobrir as palavras

Que consigam dizer tudo o que é ser mãe

Porque todas as mães, continuam, todos os dias, no meu coração.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:10

Maio

por cheia, em 29.04.19

Abril

Abril, o mês mais florido

O mês da liberdade

O mês de águas mil

Abril, trouxeste uma madrugada perfumada

Cheia de dúvidas e sonhos

Uma promessa de mudança, na cor de um cravo

Uma promessa de amor do tamanho do coração

Uma revolução que não queria que o sangue manchasse a sua ação

Abril, 45 anos a sonhar com cravos a florir

Nos canos das espingardas, como se fossem balas perfumadas

As ruas, primeiro, ficaram caladas

Depois, rebentaram de alegria

Nunca Lisboa tinha assistido a tanta magia

Em todas as ruas, a liberdade, corria

Para adultos, jovens e crianças, sorria

Foi o mais longo dia

À espera de sabermos para onde o futuro iria

José Silva Costa

 

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publicado às 22:31

Nosso drama

por cheia, em 20.04.19

Nosso drama

 

Por todo o lado

Em todos os Continentes

Avalanchas de gentes

Fogem das guerras e da fome

Nada as detêm

Nem fronteiras, nem barreiras

Nações são asneiras

A fome não reconhece bandeiras

Os políticos não têm fome

Ameaçam os emigrantes de morte

Não querem saber da sua sorte

Quem tem poder julga-se forte

Recorre a tudo, ameaça com o corte

De fronteiras, de negócios, de ajudas

Mas, as mães pelos filhos fazem tudo!

Viram o Mundo, se preciso for

Sem medo, nem terror

Porque eles são o seu maior valor

Perdê-los é a sua maior dor.

 

 

José Silva Costa

 

 

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publicado às 22:42


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