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Alecrim!

por cheia, em 21.03.22

Uma Publicação da Direção-Geral Saúde

 

Ervas Aromáticas & Similares

 

                                 Alecrim

O alecrim apresenta um sabor doce e fresco.
Propriedades terapêuticas Estimula o funcionamento do fígado, facilita a digestão,
indicado para combater o cansaço físico e mental e a
depressão. Apresenta propriedades antioxidantes e
ajuda na circulação sanguínea. Não deve ser utilizado
em situações de diarreia. Em grandes concentrações,
pode provocar irritações gastrointestinais e nefrite.
Usos culinários Apreciado na preparação de marinadas de carne (carne
de porco e borrego), aromatizar a água da cozedura de
massas, batatas, arroz, molhos de tomate, saladas,
manteigas aromatizadas.

Alecrim.jpg

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publicado às 13:39

Aipo

por cheia, em 20.03.22

ERVAS AROMÁTICAS & SIMILARES, PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS E USOS
CULINÁRIOS
Aipo
O aipo cresce até uma altura de 40 cm, é composto por caules de folhas, dispostos numa
forma cónica sob uma base comum, com um sabor ligeiramente salgado. Um único caule é o
suficiente para condimentar os alimentos, porque o seu óleo possui um aroma muito forte,
que se mistura aos alimentos durante a confeção. Em termos nutricionais é uma excelente
fonte de vitaminas (A, B1, B2, B5, C, E), magnésio, potássio e ferro.
Propriedades terapêuticas Auxilia na digestão, indicado para situações de
flatulência (gases), artrites, hipertensão arterial,
colesterol, diabetes, funciona como diurético e possui
propriedades anti-inflamatórias.
Usos culinários Sopas, saladas, carne (estufada, guisada ou cozida)

(Continua)

Aipo.jpg

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publicado às 12:14

ERVAS AROMÁTICAS & SIMILARES
As ervas aromáticas ou ervas-de-cheiro são plantas, geralmente de pequenas
dimensões, que apresentam diversas utilizações e propriedades. Devido à sua
composição nutricional e funções que desempenham na saúde, as ervas aromáticas
são um excelente substituto do SAL, conferindo sabores, aromas e cor às refeições.
A utilização de ervas aromáticas na redução da ingestão de sal na dieta poderá
influenciar dupla e positivamente a saúde, quer pela redução da quantidade de sal nos
alimentos, quer pelas propriedades benéficas que apresentam para a saúde. No
entanto, para manterem as suas propriedades, as ervas só devem ser adicionadas aos
alimentos no fim da sua preparação, uma vez que a maioria das suas propriedades é perdida
pela ação do calor. São muito utilizadas em saladas, sopas, marinadas, carnes, peixes,
chás, compotas, entre outros.
As ervas aromáticas são fornecedoras de proteínas, vitaminas (A, C e complexo B),
minerais (cálcio, fósforo, sódio, potássio e ferro), fibras, componentes voláteis (óleos
essenciais) e substâncias fitoquímicas (substâncias bioativas presentes nas plantas em
pequenas quantidades, que atuam como antioxidantes, bactericidas, antivírus,
fitoesteróis e indutores ou inibidores de enzimas).
Vários estudos indicam que as substâncias fitoquímicas parecem ser as responsáveis
pelas propriedades atribuídas às ervas aromáticas, nomeadamente: prevenção do
aparecimento de cancro, funcionamento cardiovascular, reprodutivo e nervoso e ainda
como estimulante do sistema digestivo e potenciador do sistema imunitário.
Muitas ervas aromáticas são conhecidas como excelentes fontes de antioxidantes
naturais, podendo contribuir para a ingestão diária de antioxidantes. Os compostos
fenólicos são os antioxidantes primários presentes nas ervas aromáticas (orégão,
tomilho, manjerona, sálvia, manjericão, funcho, coentro)
Normalmente, na cozinha, as ervas aromáticas são utilizadas frescas, mas são também
comercializadas secas, embora percam algumas propriedades. De qualquer modo, não
devem confundir-se com as especiarias, que são em geral utilizadas secas e, muitas
vezes, reduzidas a pó.

Continua

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publicado às 11:59

Os céus

por cheia, em 17.03.22

Os céus!

 

Os céus estão revoltosos, de cor de fogo

Este inverno parece um inferno

Os elementos revoltaram-se contra os tristes eventos

Não há rosas, nem suaves momentos

Só tempestades e ventos!

Não há brilho, nem sol que nos aqueça

Que despedida mais avessa!

De quem passou, quase todo o tempo, com uma promessa

De que seria um inverno vestido de Primavera

Mas, o homem rasgou a razão e avançou com o canhão

E, os tempos não ficaram indiferentes

Foram ao mal buscar as sementes

Para castigarem todas as gentes

Que colaboraram com mentes doentes

A esperança é que chegue depressa a Primavera

Que traga perfume e amor, e leve a guerra

Que os céus voltem a brilhar, sem poeiras, nem bombas

E se encham de pombas brancas

Que vença a paz!

Já que o homem não é capaz

De olhar para o outro como irmão

Tanto ódio, tanta violência, tanta destruição

Em vez de um abraço e um aperto de mão!

 

 

José Silva Costa

 

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publicado às 08:00

As crianças!

por cheia, em 10.03.22

Os gritos das crianças!

 

Bombas rebentam por toda Ucrânia

As crianças gritam, nos colos das mães

Com medo, cheias de aflições

Um abrigo de que só as mães são capazes

Apertam-nos contra o seu peito

Fazendo com que momentaneamente passe o efeito

Mas, nos sonhos, tudo fica desfeito

Acordam aos gritos como se estivessem a ouvir as bombas a rebentar

Não conseguem descansar

As mães acabam por o seu país abandonar

Sem saberem para onde ir, vão, um lugar seguro, procurar

Os pais abdicam de tudo, para que os filhos, em paz, possam criar

Mas, os déspotas, sem coração, são surdos!

Não ouvem nem choros, nem gritos de arrepiar

A sua obsessão é tudo metralhar

Se possível tudo arrasar

Quem pode dizer que está seguro no aconchego do seu lar!

A descansar do muito trabalho que lhe deu a arranjar

Se há quem não saiba o que é sonhar viver em liberdade

Sem peias, nem meias, de que alguns estão, sempre, a relativizar

Sem nos conseguirem explicar

O que querem dizer com a seguinte frase: “amplas liberdades”

Como se a Liberdade se medisse em comprimento ou largura!

Não! A Liberdade não tem condicionantes

Ou há Liberdade, ou não há Liberdade

Não consente meio-termo!

José Silva Costa

 

 

 

 

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publicado às 08:00

Horror!

por cheia, em 07.03.22

O ditador

 

De cabeça perdida

Manda matar a vida

Sem volta, nem ida

Uma grande corrida

Para matar uma nação unida

Uma Putinida!

Uma mente poluída

Que vibra com gente doída

Que diz não mandar matar civis, na sua língua perfídia

Com que a Humanidade fica ofendida

Ao quere-nos tapar os olhos, para não vermos a grande ferida

Aos homens, mulheres e crianças infligida

Por lutarem pela sua terra querida

Pensando que o aplaudiriam de fugida

Por a levar de vencida

Não conseguiu que fosse convencida

Da sua bondade oferecida

Mandou acelerar a corrida

Há barbaridade para que causasse a maior dor alguma vez sofrida!

Encontrou gente destemida

Que não acreditou na sua palava fingida

Quem pode acreditar em quem não respeita a vida!

Que mata, espalha o terror, obriga mulheres e crianças, dos seus lares, a uma saída

Maldito seja quem espalha o horror!

 

José Silva Costa

 

 

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publicado às 08:15

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