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Feliz Natal

por cheia, em 23.12.19

Natal

O dia está a chegar

As famílias vão festejar

As crianças, por fim, vão sossegar

Com as prendas vão sonhar

O Natal é o coração a falar

Com crianças a sonhar

Com uma noite de ternura

Cheia de alegria!

A desembrulharem a magia

Para quem há muito não dormia

Sempre à espera do Pai Natal

Como se a noite de Natal fosse o único dia

Para disfrutar todo o ano num só dia

Não há outro que consiga tanta harmonia

Com toda a família por companhia

Todos a reverem-se nas crianças

Lembrando-lhes a infância

Não há palavras para descrever a noite da consoada

Uma noite que nos lembra quem já partiu

Mesmo que os seus lugares estejam vazios

Os nossos corações estão cheios

Porque estarão sempre connosco.

Feliz Natal

José Silva Costa

 

 

 

 

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publicado às 19:43

"Elsa"

por cheia, em 19.12.19

Depressão “ Elsa”

A depressão “ Elsa” chegou

O vento assobia

Está muito irado

Parece querer levantar o telhado

Estou preocupado

Com quem não tem um telhado

É triste o fado!

De quem já nasceu discriminado

Que anda de lado em lado

À procura de um lugar resguardado

Onde possa adormecer o passado

Mesmo que seja num escampado

Onde tudo esteja parado

Onde não haja pedra nem cajado

Para assustar o lobo esfaimado

Que quer um futuro animado

Onde haja bom gado

A pastar no montado

Que o pastor esteja descuidado

Para que, pelo lobo, seja roubado

A sobrevivência exige cuidado

A todos, mas principalmente ao lobo

E a quem não tem telhado.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 09:27

As futuras avós!

por cheia, em 13.12.19

A Consoada

Ao Natal, ninguém fica indiferente

Muito ou pouco, todos são tocados por esta época diferente

As famílias enfeitam as casas para a celebração do Natal

A noite da consoada, é, por todos, a mais aguardada

Há dias, duas das nossas netas, no meio de beijinhos e abracinhos, lá foram lembrando à avó, do que não se podia esquecer, para a noite da consoada

Bacalhau com natas, o galo caseiro assado no forno e o seu famoso arroz-doce

Um arroz-doce em que os ovos são substituídos por pudim baunilha

Uma receita, que ela viu, há muitos anos, numa embalagem do pudim baunilha

São estes conhecimentos, passados de geração em geração, ao longor dos séculos

Que fazem com a nossa comida e os nossos doces sejam tão apreciados, por todos

Iguarias enriquecidas com sabores, que trouxemos do resto do Mundo

Especiarias, novos produtos, sabores diferentes, tudo contribuiu, para a saborosa variedade

As famílias, à medida que vão crescendo, por integração de elementos de outras terras

Também se vão adaptando aos sabores dos novos elementos, acrescentando novos pratos à ceia de Natal

Assim, todas as famílias, tentam brindar os novos elementos, com os sabores com que cresceram, depois de deixarem os berços

Uns não abdicam das couves cozidas com bacalhau cozido

Outros só comem bacalhau, se for assado nas brasas

E, há quem não passe sem o polvo

Para agradarem a todos, nesta noite tão especial, há muito trabalho a realizar

Os dias, que a antecedem ,são de labuta aturada

Todos devem colaborar, para que as protagonistas, também possam saborear

Na paz da alegria, a mais importante reunião da família

O desembrulhar das prendas é um momento de magia, pelo menos, para os mais pequenos

Com a satisfação de terem sido ouvidos, pelo Pai Natal, nos seus pedidos e sugestões

Um Feliz Natal.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

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publicado às 18:56

Amanhã!

por cheia, em 10.12.19

O futuro

Amanhã não será Verão!

Amanhã será dia de te dar a mão

Vamos construir o nosso futuro

Que, como qualquer outro projeto

É um salto no escuro

Estamos confiantes de que o nosso está nas nossas mãos

Será que o conseguimos segurar!

Ou vai, por entre os dedos, esgueirar-se!

Amanhã, de mãos dadas, vamos colher uma flor

Para perfumar o mosso amor

Que com a passagem dos anos, não pode perder a cor

Temos de saber alimentá-lo, para que nunca esmoreça

Se mantenha vigoroso dos pés à cabeça

Para que consiga aguentar o desgaste do tempo

O cansaço do presente, a rotina de ser diferente

A alegria de nos abraçarmos em frente de toda a gente

Amanhã, com ou sem descendente

Vamos caminhar firmemente

Abraçar o futuro, viver o presente.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 19:24

COP25!

por cheia, em 06.12.19

Obrigado, Greta Thunberg

Obrigado por teres feito pelo ambiente mais, neste ano, do que todos os políticos em dez anos

A juventude entendeu a tua mensagem, porque é genuína, sem qualquer condicionalismo

Só uma pessoa livre, jovem, determinada poderia abraçar, com tanto fervor, esta causa

Não é fácil abdicar de tudo: o doce lar, a família, os amigos, o país, o futuro

Para ir, pelo Mundo, interpelar os políticos e forçá-los a fazerem qualquer coisa pela natureza

Nem que para isso tenham de enfrentar alguns interesses instalados, que não querem, privilégios, perder

Por isso, tantos te contestam, com os mais ridículos pretextos, como: por seres jovem não tens nada a dizer nem a ensinar-nos, os teus seguidores não serem exemplares!

Como se em todas as outras organizações, todos os seus membros fossem dignos de admiração

Não tivessem elementos, que delas se aproveitam, para praticarem a corrupção

Se em certas cidades já não conseguimos respirar, como é que podemos não te admirar!

Se a poluição mata três vezes mais que a Sida, a Malária e a Tuberculose, como é que podemos parar!

A tua atitude já fez muita gente mudar! E, mesmo os que te contestam, mais tarde ou mais cedo, vão deixar de gritar.

Tem sido assim com as grandes, médias e pequenas causas!

Quem é que, há meio século, acreditaria que hoje, fumar em espaços fechados, proibido, seria!

Foi uma dura luta, para que os cinzeiros fossem retirados dos comboios, dos escritórios, das fábricas, das escolas, dos restaurantes, cafés

Nos restaurantes tínhamos como aperitivo e sobremesa umas baforadas de fumo

Muitos fumadores não dispensavam um cigarro para acompanhar o café

Durante mais de vinte anos fumei dois maços de cigarros por dia, de borla!

Estávamos frente a frente, e o meu colega acendia uns nos outros

Como nem nos transportes, nem no local de trabalho me conseguia livrar do fumo

Optei por ir almoçar a um restaurante vegetariano. Assim ao almoço passei a ser vegetariano, e, mais tarde macrobiótico

Durante alguns anos, recusei-me a entrar em restaurantes e cafés, só voltei a frequentá-los, depois da proibição de fumar em locais públicos

A mudança está em marcha, não vale a pena negá-la, nem contestá-la!

O melhor é colaborar, para bem da nossa saúde.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

Obrigado, Gueta Thunberg

Obrigado por teres feito, pelo ambiente, mais neste ano, do que todos os políticos em dez anos

A juventude entendeu a tua mensagem, porque é genuína, sem qualquer condicionalismo

Só uma pessoa livre, jovem, determinada poderia abraçar, com tanto fervor, esta causa

Não é fácil abdicar de tudo: o doce lar, a família, os amigos, o país, o futuro

Para ir, pelo Mundo, interpelar os políticos e forçá-los a fazerem qualquer coisa pela natureza

Nem que para isso tenham de enfrentar alguns interesses instalados, que não querem, privilégios, perder

Por isso, tantos te contestam, com os mais ridículos pretextos, como: por seres jovem não tens nada a dizer nem a ensinar-nos, os teus seguidores não serem exemplares!

Como se em todas as outras organizações, todos os seus membros fossem dignos de admiração

Não tivessem elementos, que delas se aproveitam, para praticarem a corrupção

Se em certas cidades já não conseguimos respirar, como é que podemos não te admirar!

Se a poluição mata três vezes mais que a Sida, a Malária e Tuberculose, como é que podemos parar!

A tua atitude já fez muita gente mudar! E, mesmo os que te contestam, mais tarde ou mais cedo, vão deixar de gritar.

Tem sido assim com as grandes, médias e pequenas causas!

Quem é que, há meio século, acreditaria que hoje, fuma r em espaços fechados, proibido, seria!

Foi uma dura luta, para que os cinzeiros fossem retirados dos comboios, dos escritórios, das fábricas, das escolas, dos restaurantes, cafés

Nos restaurantes tínhamos como aperitivo e sobremesa umas baforadas de fumo

Muitos fumadores não dispensavam um cigarro para acompanhar o café

Durante mais de vinte anos fumei dois maços de cigarros por dia, de borla!

Estávamos frente a frente, e o meu colega acendia uns nos outros

Como nem nos transportes, nem no local de trabalho me conseguia livrar do fumo

Optei por ir almoçar a um restaurante vegetariano. Assim ao almoço passei a ser vegetariano, e, mais tarde macrobiótico

Durante alguns anos, recusei-me a entrar em restaurantes e cafés, só voltei a frequentá-los

depois da proibição de fumar em locais públicos

A mudança está em marcha, não vale a pena negá-la, nem contestá-la!

O melhor é colaborar, para bem da nossa saúde.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 19:38


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