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A bola e a polírica

por cheia, em 29.03.19

A bola e a política

Já todos tinham opinado sobre as relações familiares deste Governo

Faltava Marcelo, os jornalista dispararam

Este não se fez rogado, chutou para Cavaco

Cavaco, que no livro “quintas feiras e outros dias”, só fala das quintas feiras, esquecendo-se dos outros dias

Como se não tivesse Governado, este país, durante uma eternidade!

Chutou a bola para Costa

Este, aproveitou para lhe avivar a memória

Lembrando-lhe que deste Governo ainda não saiu ninguém para criar um Banco

Para depois o levarem à falência, tendo os contribuintes de pagar a má gestão

Como a de vender, de manhã, ao Sr. Cava e filha, ações a um euro

À tarde compraram-lhas a três euros. Um negócio da china!

Há algum ministro de Cavaco, que não esteja a contas com a justiça?

O que é que será pior, ter filhos netos bisnetos, mulher, marido, filha, enteada, madrasta, no Governo, ou ministros corruptos?

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:35

Poesia

por cheia, em 21.03.19

No dia Mundial da Poesia

Desabrocha uma flor

Nasce um novo dia

Cheio de perfume e amor

Renasce a Primavera.

Se a beleza da Natureza

Está na harmonia das suas cores!

Por que razão, entre os homens

Há tantos rancores?

Porque não conseguimos ver

A alegria que há, no sorriso de uma criança

Quando as flores sorriem

Renasce uma nova esperança

De um Mundo melhor

Sem egoísmos, nem racismos

Porque, “toda a gente é Pessoa”!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

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publicado às 22:46

Flores

por cheia, em 17.03.19

Flores

A encantadora Primavera

Quanto perfume encerra!

Nas flores de todas as cores

As abelhas roubam beijos

Saltitando de flor em flor

Como se fossem apaixonados namorados

Com as patas carregadas de pólen perfumado

Vão acumulando muito trabalho

Para manterem a colmeia bem perfumada

Trabalhadoras incansáveis

Polinizadoras amáveis

Fazem um trabalho tão importante

Levar o pólen dos estames para o carpelo

Provocando a fecundação numa flor

Mas, nós se lhes agradecemos o mel!

 

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 22:35

44 anos

por cheia, em 11.03.19

44 Anos (11/03/1975)

Há quarenta e quatro anos (11/03/1975), pelas 11 horas, os aviões da Força Área começaram a sobrevoar o quartel do Ralis. Alertados pelo barulho, saímos à rua e vimos que os seus círculos passavam sobre a Graça.

Felizmente, imperou o bom senso, fazendo com que os militares não disparassem uns contra os outros

Os aviões acabaram por aterrar, penso que em Figo Maduro, evitando, mais uma vez, que os militares se enfrentassem

A Revolução, do 25 de Abril de 1974, foi com que um sismo, cujo epicentro teve origem em Portugal, mas foi sentido em todo o Mundo

Tal como nos sismos, foram-se sucedendo muitas réplicas, sendo que a que faz hoje 44 anos, foi muito violenta

As forças da extrema-esquerda aproveitaram a ocasião para nacionalizarem o país

Muitos patrões e dirigentes das grandes empresas foram destituídos, uns foram presos, outros fugiram para o estrangeiro

Tinha um colega, filho de um engenheiro, administrador de uma grande empresa, que foi detido

Tinham um iate, ancorado na doca de Belém, que tinha de, pelo menos, sair uma vez por ano da doca

Por isso, o meu colega convidou-nos a todos os que fazíamos parte daquele setor, (8) para irmos com ele e um irmão, até Sesimbra

Num fim-de-semana de Agosto, do verão quente de 1975, sábado de manhã, desatámos as amarras, recolhemos a âncora e perdemos o Tejo, como escreveu Bocage, referindo-se a Camões “ igual causa nos fez perder o Tejo”, deixámos a formosa e fresca Serra de Sintra e entrámos no Atlântico , cuja ondulação me provou um pouco de enjoo

De velas enfunadas chegámos a Sesimbra, cuja doca estava pejada de barcos. Ancoramos o veleiro, e nele passámos a noite, nem chegámos a ir a terra

No Domingo, antes de deixarmos a costa, ainda visitámos uma minúscula praia, com acesso só pelo mar, acompanhados pela nortada, regressamos à doca de Belém

Uma oportunidade para fazer uma pequena viagem num iate!

As réplicas continuaram, o verão ficou conhecido como o verão quente de 75

Só o 25 de Novembro, do mesmo ano, pós fim às réplicas, quando os Comandos se confrontaram com o Lanceiros 2, infelizmente, causando mortos

Nesta operação destacou-se Ramalho Eanes, o que fez com que conseguisse ser eleito para os dois mandatos à Presidência da República.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

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publicado às 20:36

9 de Março

por cheia, em 09.03.19

9 de Março

 

Este ano, o 8 de Março teve mais visibilidade

Porque estamos em ano de eleições

Os políticos sabem muito bem aproveitar as ocasiões

Não sei de quem foi a ideia das casas de abrigo!

Até podem ter sido úteis

Mas, hoje, não fazem sentido

Por que razão, terão de ser as mulheres, com os filhos nos braços,

a fugirem do lar, para casas de abrigo!

Sujeitando-se a um duplo castigo

Deixando para trás tudo: as escolas dos filhos, os amigos, o doce lar

Tendo de andar escondidas e explicar aos filhos, por que não podem, para casa, voltar

Para que os agressores possam, no lar, ficar a, novas agressões, preparar

Se existem dispositivos para se saber quando eles se aproximam delas

Não se compreende por que terão, as mulheres e as crianças, de abandonar o lar!

E não venham dizer que eles, as pulseiras, têm de autorizar, a colocar

Por que, ainda assim, poderiam escolher, entre a pulseira ou a prisão preventiva, na hora

Como acontece com outros crimes, que nem sequer põem em risco, a vida!

É tudo uma questão de leis, que protejam as agredidas e as crianças, e não os agressores!

Muitos juízes determinam que os pais podem ver os filhos, com o que concordo, mas ficam a saber onde fica o esconderijo

Portanto, há muito para fazer, para além da coordenação das diversas entidades e do dia de Luto Nacional.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 18:46

Mulher

por cheia, em 06.03.19

Mulher

À Natureza, foste buscar a beleza

És uma flor delicada e perfumada, mas tesa

Capaz de comandar o Mundo

Com a tua inteligência, humanidade e certeza

De que só quem tem a missão de embalar o Mundo

Pode compreender a energia de uma vida

No choro e no riso da criança parida

Quando fores mais compreendida!

Então, o Mundo terá uma nova vida

Uma ambição de amor e paz

Dentro de ti, trazes, escondida

Porque tu dás à luz a vida

A dádiva, mais valorosa, conhecida

Tu tens de ser admirada toda a vida

Tu tens sido, ao longo dos séculos, muito ofendida

Mesmo assim, tens sempre a mão estendida

Para ajudar, acarinhar, salvar uma vida

É contigo que tudo aprendemos

E quando ao fim de poucos meses

De coração desfeito em lágrimas

A outros nos, tens de entregar

Por força dos compromissos

São quase sempre, mulheres que nos continuam a embalar

Desde o momento, que dás à luz, uma vida

Nunca mais vais deixar de te preocupar com ela

Mãe, nunca esquecerei quanto sofreste, para me dares a vida!

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 18:15


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