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Segunda-feira, 28.11.16

A demissão

Parabéns Sr. António Domingues, porque, para mim, é tão importante entregar todas as declarações e publicitá-las, como cumprir a palavra, coisa que os políticos não são capazes de fazer.

Mais um arranjinho desfeito pela geringonça. Enquanto estiveram lá os comissários políticos, nenhum deputado questionou os seus ordenados, nem as suas incompetências!

Graças à sua exigência, de que merecia uma exceção, mostra bem como as leis são feitas à medida do freguês. Foi feita, aprovada e promulgada! Ninguém a contestou!

Depois, alguém mandou perguntar, na televisão, se se tinham enganado. A resposta foi de que não tinha havido nenhum engano. Então, caiu o Carmo e Trindade, e com razão.

Foi a maior confusão: a desdizerem-se, a encolherem-se, a atirarem as culpas de uns para os outros, como se não estivessem, todos, comprometidos com a destruição da Caixa, através dos seus comissários políticos.

Graças à sua resistência e não colaboração, lá se foi o arranjinho, porque se tivesse continuado, tudo se tinha arranjado, e para a próxima faziam o mesmo.

Assim, obrigou-os a fazerem mais uma lei à medida, para a sua demissão.

Digam lá, que as leis não são iguais para todos!

Marques Mendes é que não ficou lá muito bem na fotografia, porque afirmou que o Sr. continuaria, como se fosse dele a decisão!

 

 

 

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por cheia às 20:45

Terça-feira, 22.11.16

Quinto lugar

Dívida Portuguesa

 

Atingimos o quinto lugar mundial dos países com maior dívida

A este ritmo, em breve, estaremos em primeiro lugar

Todos os dias, de cesta na mão, lá vamos aos mercados, pedir mais pão

Vamos ver até quando os especuladores nos vão alimentar a ilusão

Habituámo-nos ao fiado, vamos, por muitos anos, pagar a diversão

Há quem diga que a dívida não é para pagar, mas para gerir

Mesmo que assim seja, o melhor é não sorrir

Porque os juros estão-nos a consumir

Não temos dinheiro para investir

O que faz com que, a educação, a saúde, a habitação, os transportes estejam a regredir

Porque nós, o que melhor sabemos fazer, é pedir!

 

 

 

 

 

 

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por cheia às 22:22

Quinta-feira, 17.11.16

Quando os que exigem não cumprem .....!

A Novela

A Novela da Caixa Geral de Depósitos

 

 

Senhores administradores, entregam ou não as declarações?

O país está parado, à espera da vossa decisão

Com tantos comissários políticos disponíveis, ansiosos, desejosos por abocanharem o erário

Vão escolher gente alheia a essa teia!

Ainda, por cima, com alguns, com provas dadas: Vara e Cª., gestores de alta precisão!

Que nos vão obrigar a pagar cinco mil milhões, ou mais!

Dinheiro que entregaram a amigos, comendadores e empreendedores

Para comprarem ações do BCP, onde pretendiam mudar a administração

O imobiliário também foi bem comtemplado

Como as garantias foram as ações, que valiam milhões, e hoje não valem nada

Ninguém, os quere obrigar a pagar o que devem

Somos nós os eternos fiadores, como temos sido, de todos os outros Bancos.

Por que razão não os vão buscar outra vez?

Já conhecem os cantos à casa, e como complemento, ao baixo vencimento, até aceitam robalos

Acabou a batalha do Orçamento, até que surja outro contratempo vão entreter-se a dar cabo da Caixa

Uns querem-na privatizar, outros, e muito bem, não querem que seja privatizada

Mas, para ser pública, necessita ser capitalizada e administrada

O que parece nem todos quererem

Será, desta vez, que se liberta dos comissários políticos?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
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por cheia às 08:39

Domingo, 13.11.16

Mértola

Mértola

Mértola, princesa do Guadiana

Debruçada na varanda: a Praça Municipal, um local privilegiado para admirar o rio

E ver a outra banda a banhar-se na bela e luxuriante praia fluvial

Feita de arame de cobre, da mina de São Domingos

Orgulha-se dos diversos povos, que a esculpiram

Tornando-a numa vila museu

Ali se pode ler e aprender

O curso de milhões de anos de história

Foi muito importante o seu porto fluvial

Por onde passou muita mercadoria e tanto cereal!

Na sua antiga mesquita podemos observar as marcas dos séculos

Das diversas religiões, que nunca deram as mãos

Como são diferentes, as muitas comunhões!

Hoje, devido à sua beleza e ao seu passado

Atrai gente de todo o lado

Interessada em, o seu rico espólio, conseguir decifrar

Dando-lhe muito prazer, ver e compreender

Os vários milénios, decalcados em segredo

Num espaço tão especial: um presépio da natureza!

Onde, em cada dia, cada civilização foi pintando o seu quadro

Todos expostos, lado a lado, num museu universal

Para o Alentejo, ao mundo, mostrar.

 

 

 

 

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por cheia às 21:34


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