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Parlamento

por cheia, em 06.02.15

Comissão Parlamentar de Saúde Um silêncio de morte Interrompido por um grito d e quem perdeu a mãe Por gritos de quem está no corredor da morte Porque não há medicamentos para lhes mudar a sorte. Os senhores deputados não podem ser incomodados Os doentes têm de estar calados Os deputados não podem ser perturbados Os doentes podem morrer sem ser tratados Os deputados não podem ser questionados O ministro não pode ser ameaçado O doente tem de estar acamado O ministro comprou o medicamento reclamado O doente continua prostrado Quem é que acredita no Estado? Quem é que não está indignado? O dinheiro foi o pecado O governo é que o não quer, na saúde, esbanjado Nas mordomias e nos popós é que o tem empregado O Povo nunca esteve tão mal representado O governo está gripado, e o País adoentado. José Silva Costa

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publicado às 19:41

Com o nosso voto ajudámos a criar Partidos, que se tornaram em máfias, que não pagam as dividas, que estão sempre, todos, de acordo para aumentarem as suas subvenções. Nas suas sessões, que deveriam ser de esclarecimento, transformadas em almoçaradas e jantaradas, onde as suas claques só nos autorizam bater palmas, nunca questionar ou discordar! Nós é que somos os culpados, porque aceitamos participar nessas reuniões, nessas condições, a troco de um rebuçado, como se fossemos animais amestrados. Os eleitos, por se julgarem acima dos comuns mortais, é que nos prometem o céu e o paraíso, mas mal lhes damos o poder, mudam completamente, com desculpas esfarrapadas dão uma volta de cento e oitenta graus e desatam a fazer tudo ao contrário: despedir, ajustar, cortar ordenados e pensões, em suma, matar empregos, espectativas, vidas. Acusam-nos de vivermos acima das nossas possibilidades, e eles não? Ainda bem que os gregos tiveram a coragem de votar, para ver se outros se erguem e deixam a posição de ajoelhados, cortando o ciclo vicioso, mostrando que há limites! Quem se esqueceu da solidariedade , que responda. Do que é que vivem e como cumprem os seus compromissos, os que não têm qualquer meio de subsistência?

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publicado às 20:15

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