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Sábado, 15.12.18

Faz de conta

Faz de conta

Começaram as férias escolares do Natal

Vamos brincar ao faz de conta

Uma brincadeira muito apropriada

Para fazermos com as crianças

Principalmente quando nos obrigam a comer

Aquelas comidas invisíveis, que elas confecionam

Com a ajuda das fadas, em que só vemos o prato, garfo e colher

Mas que fazemos de conta, que nunca comemos melhor comer

Faz de conta que ninguém morre por comer demais ou de menos

Faz de conta que ninguém dorme na rua, porque todos temos direito a um lar

Faz de conta que Natal é todos os dias, e não um dia

Faz de conta que o texto, sobre banqueiros e políticos corruptos, foi publicado

Faz de conta que todas as guerras acabaram, para poder dormir descansado

Faz de conta que as imagens do Iémen, que já vimos em tanto outro lado, são um fantasiado

Faz de conta que o meu blog foi publicitado

Faz de conta que vivemos no mundo das fadas, um mundo onde não há impossíveis e tudo é perfeito, sem refugiados, esfomeados, deserdados

Desejo-vos um feliz Natal, mas não de faz conta, real.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

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por cheia às 17:21

Domingo, 09.12.18

Natal

Natal

 

Neste Natal, embrulhe as suas prendas em sorrisos, beijos e abraços

Deixe de lado o plástico, o papel e o cartão

Vamos dar as mãos, por novas soluções

Para preservar o ambiente

Os recursos não duram para sempre!

Não podemos gastar tudo, no presente

Mesmo que a publicidade não pare de nos assediar

Para este e o outro mundo comprar

Como se tivéssemos necessidade

De todos os dias mudar de computador, televisão, telefone e de tudo mais

Que nos preenchem todas as horas

Não nos deixando falar, nem conviver

Passamos o tempo teclando no movimento

Cada qual para seu lado, sem trocarmos uma única palavra

Lá chegará o tempo em que não conseguiremos articular qualquer som

Perderemos a voz, só os dedos comunicarão!

Oratória, imprensa, televisão

Ninguém para a evolução!

Mas, não basta embandeirar em arco

Parar o carro e apagar as luzes uma vez por ano

Todos os dias temos de contribuir para melhorar o ambiente

Para podermos continuar a respirar

Porque em muitos locais já é difícil respirar

Há coisas, que os milhões não conseguem comprar!

 

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

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por cheia às 17:25

Segunda-feira, 03.12.18

Cativar

Cativar

Cativar, uma nova forma de governar

Centeno introduziu, na governação, a cativação

Cativa na educação, na justiça, na saúde .....

Mas nunca cativa os ordenados dos políticos

Este mês a negra prenda coube às famílias mais desfavorecidas

Cuja maior riqueza é terem filhos aplicados nos estudos

Conseguindo boas médias nos estudos

E, por isso, são compensados pelo Estado

Este mês só receberão metade do que têm direito

Para o ano receberão a outra metade

Quem decretou e mandou publicar, que as Escolas só podem, metade, pagar?

No mês em que as famílias, queriam os filhos premiar, pela dedicação e esforço, comprando-lhes uma simples prenda, o Governo cortou-lhes, para metade, a bolsa

Todos dizem que nem no tempo da troica, se viu tamanha vergonha.

José Siva Costa

 

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por cheia às 20:06

Quarta-feira, 28.11.18

Comendadores

Comendadores

Comendadores, pessoas de muitos valores

Muitas vezes acumulados à custa dos que não têm a ambição de serem comendadores

Enquanto os comentadores vivem em bons palácios

Os que lhos constroem vivem a enganar a fome

Aqueles que nasceram com a arte de ganharem muito dinheiro

Espezinhando os outros, querem ser admirados, como se fossem deuses

A vaidade e a ambição não têm, por ninguém, contemplação

Joe Berardo, que em África, fez jus a “em terra de cegos, quem vê é rei”

Conseguiu uma fortuna, deixou África, e veio, para o seu país, pavonear-se

Criou um Museu de Arte Moderna, e teve a arte de alugá-lo ao Estado

Ambicionava ser dono de um Banco

Viu, na compra do Banco Comercial Português, um futuro estrelado

Não tendo dinheiro para alcançar o sonho

Recorreu ao dinheiro do Estado

À Caixa Geral de Depósitos, pediu, muito dinheiro, emprestado

Para comprar as ações do BCP

Mas a ambição desmesurada deu para o torto

O valor das ações deu um grande trambolhão

E, o comendador deixou-nos um buraco de duzentos e oitenta milhões

Que já pagamos, com muito suor, perda de emprego, de casa e de carros

Porque, em último caso, através dos nossos impostos, nós somos a garantia real

Para alimentar os sonhos, as vaidades de alguns

Todos, os que levaram Bancos à falência, continuam a pavonear-se com as medalhas ao peito

Sem que a justiça os consiga prender

Os administradores eram: Carlos Santos Ferreira, Maldonado Gonelha, Armando Vara, Celeste Cardona, Francisco Bandeira, José Ramalho, Norberto Rosa, e Vítor Fernandes

 

José Silva Costa

 

 

 

 

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por cheia às 21:01

Domingo, 25.11.18

Fretes

Fretes

25/11/1975

O ano do início da consolidação da democracia

Por que até aí, ninguém sabia para onde é que a revolução pendia

Quarenta e três anos depois

Os nossos votos não passam de um a cortina de fumo, para elegermos os representantes do grande capital

Criaram a CRESAP, que nos custa milhões, com a função de escolher os melhores, para a Administração Pública

Mas, quem manda são os donos disto tudo

No último congresso do PS, Catroga exigiu a substituição do Secretário de Estado das energias

Que estava a fazer um bom trabalho para os contribuintes e péssimo para a EDP

Costa aproveitou a confusão de Tancos, que nunca saberemos se houve roubo ou não

Para uma remodelação governamental, incluindo a substituição do Secretário de Estado, pela EDP, indesejado

Há sempre uma empresa Galamba, pronta para todos os fretes

Assim, como há sempre, profissionais ou amadores, para furar greves

A EDP está repleta de administradores inválidos da política: Catroga, Cardona …….

Que, na CGD, fez um trabalho exemplar, um prejuízo de muitos milhões, que tivemos de pagar

Há quarenta e três anos foi tudo nacionalizado, passados uns anos foi tudo reprivatizado

Atualmente é tudo da República da China

Passado quase meio século, continua a economia a mandar

E, nós desejamos, que amanhã vejamos nascer um novo dia.

José Silva Costa

PS. O dia em que o Reino Unido saíu da UE., por achar que a solidariedade não é paz.

 

 

 

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por cheia às 18:42

Quinta-feira, 22.11.18

Balanço

Balanço

Com quase meio século de democracia

O país, este estado, não merecia

Apesar de todas as grandes empresas mundiais quererem, aqui, centros de excelência, construir

Continuamos com mais de dois milhões de pobres, enterrado em corrupção e desigualdades

Morremos nas estradas, em derrocadas, em incêndios, por falta de infraestruturas

Estamos na cauda da Europa, de onde não conseguimos descolar

Ainda temos cento e vinte e tal por cento de dívida pública, para pagar

E, já os espanhóis nos estão a empurrar, para um feito exemplar

Não nos bastavam os nossos heróis!

Organizar a três, um mundial de futebol, Portugal, Espanha, Marrocos

Até que, enfim, aí está uma estratégia dos estadistas europeus

Para acabar com o desespero, a pobreza, a emigração do continente africano

Assim, os africanos já não precisarão de se atirar ao mar, para nos virem cumprimentar

Não temos emenda, o que gostamos é de obras de fachada, às quais batemos palmas

Não temos problemas em nos endividarmos, seja o Estado, sejam os particulares

Gastamos, como se o dinheiro caísse do céu e corresse do telhado!

Quando os agiotas, sempre prontos a emprestarem-nos mais do que o que pedimos, desconfiam, que já não teremos capacidade de lhes pagar, fecham-nos a torneira

Então, lá vamos nós, de chapéu na mão, chorar no ombro do FMI

Como bom amigo obriga-nos a comer pela sua mãozinha, fazendo-nos, capital e juros, pagar com língua de palmo

Mas, mal nos libertemos do seu pezinho no nosso pescoço, voltamos ao mesmo, sem que tenhamos aprendido a lição, por falta de juízo.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

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por cheia às 21:04

Sexta-feira, 16.11.18

Simplicidade

Meu amor

És a mais bela flor

O teu perfume faz furor

Na pureza dos teus sentidos

Vive a beleza

Essa bondade, que a todos dás

Sem nada pedires em troca

A felicidade de veres os outros felizes

Faz com que não te canses

Que, em tudo o que tocas

Haja magia

Viver assim é um a alegria

Partilhas os bons e maus momentos

Com quem te faz companhia

Até um ano!

Parece um só dia.

José Silva Costa

 

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por cheia às 19:36

Domingo, 11.11.18

Verão

Verão de São Martinho

Continuem a negar, que o tempo está a mudar

Aí está o São Martinho para vos contrariar

Em vez daquele radioso Verão, com que nos costuma brindar

Mandou, desta vez, chover até nos alagar

Para ver se, o óbvio, continuamos a negar

Assim, como vamos o São Martinho comemorar!

O assador das castanhas está-se, sempre, a apagar

O vinho novo não teve frio para fermentar

A água-pé de tanta água ficou deslavada

A jeropiga, sem castanhas, não sabe a nada

Como foi bom ficar no aconchego do lar!

A ver a chuva a, tudo, lavar

Matar a sede à terra, sedenta, por tantos meses à espera de se saciar

Ver os rios, cheios de alegria, a correrem para o mar.

José Silva Costa

 

 

 

 

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por cheia às 16:26

Quinta-feira, 08.11.18

Presentes

Natal

A magia do Natal

Não são só as crianças que se agitam, nesta época

Também os adultos se adaptam à magia do Natal

Mudando o relacionamento para com que se cruzam, no dia-a-dia

Desejando a todos, um feliz Natal e um bom Ano Novo

Há harmonia no ar que se respira!

É pena que não pratiquemos este relacionamento, todo o ano

Dando atenção a quem nos rodeia, com um sorriso nos lábios e uma palavra de fraternidade

Em vez dos palavrões a saltarem, por todo o lado, no trânsito, acelerado

Mas é das crianças este tempo, de Natal, antecipado

Tentando sensibilizar os familiares a investirem nas prendas, que nomearam, para presentes deste Natal

Um treino a pensar numa futura ida a uma Web Summit

Imitando o que fazem os inventores com os investidores

Da América, nos últimos tempos, com maus ventos

Chegou-nos um bom presente

Mais de cem mulheres, de todas as cores, credos e orientações sexuais, foram eleitas nas eleições intercalares

Uma das eleitas para a Câmara dos Representantes, de origem africana, disse que não subia ao palanque, para cantar vitória, o que, só faria sentido quando houvesse igualdade de oportunidades

Bem ao contrário do que o que se passa cá no sítio

Onde cantaram vitórias, nas tragédias, que queimaram o trabalho de muitas vidas!

Boa escolha de prendas, para este Natal.

José Silva Costa

 

 

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por cheia às 19:44

Segunda-feira, 05.11.18

Primeira Decada

05/11/2008

Dez anos

Uma linda flor

A nossa quarta Princesa

Uma lacrau

Tão especial

Uma flor

Tão sensível

Um amor

Primeira decada

Desejamos-te muitas e boas

Cheias de sonhos, flores e coisas boas.

 

José Silva Costa

 

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por cheia às 22:12


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