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Desigualdades!

por cheia, em 20.02.21

Partilhas!

Foi dado um pequeno passo na igualdade da criação e educação dos filhos, pelos dois progenitores

Para que de uma vez por todas, os homens deixem de ajudar em casa, para passarem a partilhar a lida da casa

Uma das situações, em que os pais podem receber o ordenado por inteiro, é alternarem a guarda dos filhos, ficando em casa uma semana um, outra semana o outro

Uma maneira de tentar aliviar as mulheres para deixarem de ser, sempre, elas a carregarem com os filhos

Fazendo com que eles também saibam o que é criar e educar os filhos

Um bom sinal para os patrões, que preferem contratar os homens, porque não “perdem tempo” a cuidar dos filhos

Para os que despedem as mulheres, quando engravidam, não lhes renovando o contrato

Um incentivo à natalidade, fazendo com que as mulheres deixem de carregar o medo de engravidarem, porque podem ser despedidas, ou serem prejudicadas nas suas carreiras

Em suma, uma boa lei venham mais!

 

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 10:25

Milésimo!

por cheia, em 12.02.21

Milésimo!

1000 Postais

Muitas letras encostadas, muitas palavras arrumadas, muitas linhas esticadas

Tantas ideias entrelaçadas

De pessoas e lugares

E viagens guiadas por terras e mares

Neste cantinho, muito tenho aprendido com pessoas ilustres, simpáticas, amigas!

Que nos oferecem a sua sabedoria, magia e o muito que nos guia

Que dedicam uma parte do seu tempo em pesquisas para nos oferecem textos interessantes

Imagens, conselhos, opiniões, expõem as suas razões, um convívio, sem o qual não vivo

Já me cruzei com tantas pessoas, ao longo deste longos anos, tão interessantes, que tanto me têm enriquecido, cuja amabilidade e sorrisos, nunca serão esquecidos

Neste espaço, como não nos vemos, construímos uma imagem de quem está do outro lado, que pode não coincidir com a realidade

Participamos nas vitórias e derrotas uns dos outros, tomando parte das suas alegrias e tristezas, aspirações, medos, desaires, conquistas, como se fossemos uma grande família

Quando algum deixa de se apresentar, sem se despedir, fico preocupado, de vez em quando, pergunto-me, o que terá acontecido?

Este é o preço a pagar por o muito que me dão, sem nada pedirem em troca

Esta é uma das maravilhas da internet, em que podemos conviver com centenas de pessoas, sem nenhuma conhecer

Não me canso da elogiar, é pena não a saber melhor utilizar

Apanhei-a em andamento, e nunca tive tempo para, uma simples formação, frequentar

Esta ligação em rede, à volta do Mundo, tem muito que se lhe diga

Tanta tecnologia, a trabalhar todo o dia, e raramente acusa fadiga

A todas e todos que perdem o seu tempo a ler o que escrevo, muito obrigado!

O vosso carinho e o incentivo fazem com que continue, sem eles, já teria desistido

Enquanto tiver a vossa companhia, vou-me esforçar por merecê-la

Ainda que goste de escrever, às vezes já não sei o que dizer

Mas podem crer, nunca pensei tanto escrever

Enquanto poder, vou tentar corresponder à vossa simpatia

É com muita alegria que todos os dias vos faço companhia

Nos pequenos retângulos dos telemóveis ou dos computadores, todos cabemos

Este mundo está muito avançado!

Mas, sem as nossas vozes, as alegrias e tristezas, nada está acabado

O mundo é um abraço apertado

Que com a internet pode ser dado

É este o nosso fado, conviver, ao computador, agarrado

Para todas e todos, um grande abraço.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

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publicado às 18:24

Brasões!

por cheia, em 11.02.21

Brasões!

Lisboa nunca foi capital de nenhum império

Lisboa nasceu na era do Doutor Medida

É tão jovem, que ainda não atingiu a maior idade!

É uma jovem cidade, pintada de todas as cores

Para não ofender os Doutores

Vai ficar sem os brasões!

A Praça do Império vai passar a chamar-se: Praça do Doutor Medida

A Rua do Poço dos Negros vai passar a chamar-se: Rua Doutor Medida

O café Império nunca existiu, nem a Casa Africana!

Para quem não pode ver um brasão, que não morra de ataque do coração

Como é que consegue continuar a falara a língua dos Imperialistas, Colonizadores, Esclavagistas?  

O Doutor Medida bem pode mandar tudo arrasar

Mas, cortar a raiz ao pensamento, não vai conseguir

Poderá Lisboa sobreviver à era Medida|

 

José Silva da  Costa

 

 

 

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publicado às 10:08

À antiga!

por cheia, em 09.02.21

À antiga!

 

Este inverno está ser, como há muitos anos não via

Tão diferente dos invernos, que mais, primaveras, pareciam

Está a colaborar com o Governo, no seu: “ fique em casa”

As casas é que estão muito sobrecarregadas

Em Escolas, Universidades, escritórios e salas de reunião, transformadas

Até eu voltei à Escola!

Como não aproveitar tanta sabedoria a entrar no aconchego do lar

Como os tempos estão a mudar!

Será que este tempo se deve à redução da poluição?

Os aviões ficaram em terra e os carros junto à habitação

A avenida está limpa e a rua mais convidativa

As casas é que não param de se queixar

Estão muito saturadas. Vinte e quatro horas, sempre, ocupadas!

Anseiam pelo fim do estado de emergência

Por quanto mais tempo teremos de continuar na “prisão”?

Não podemos desesperar

A primavera está a chegar.

 

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 09:55

Primeiro lugar!

por cheia, em 01.02.21

Primeiro lugar!

 

Portugal tem vindo a fazer um grande esforço, ao longo de muitos anos, com a colaboração de todos os Governos

 Uns mais que outros, no sentido de chegar ao primeiro lugar

Não é fácil, porque ainda tem muitos concorrentes, e alguns bem fortes

Contudo, acredito que a continuarem assim, acabarão por conseguir o objetivo

Tudo serve para progredirem uns degraus, sejam concursos, vacinas, hidrogénio, negócios!

Alguns já estão atrás das grades, poucos! Mas o que interessa é o primeiro lugar

Algumas pessoas nem deram pelo bom resultado atingido o ano passado

Mais três degraus foram vencidos, como diz o ditado: “ a pouco-e-pouco enche a galinha o papo”

Vamos, está ao nosso alcance, o primeiro lugar do país mais corrupto do mundo!

 

José Silva Costa

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publicado às 08:22

O concurso

por cheia, em 22.01.21

Que Vergonha!

Caminhamos por um céu deserto

À espera do caminho certo

Ninguém quer ninguém por perto

Todos dizem que fizeram o correto

O peso dos números

Esmagou os das teorias da conspiração

As variantes estão a causar acidentes em contramão

Para o Reino Unido proibiram a aviação

Entre os 27, as fronteiras abertas, continuarão

Ninguém quer mais desunião

O que se pretende é que seja rápida a vacinação

Não há mais nada para oferecer nesta ocasião

A famosa bazuca ainda não está à mão

A presidência portuguesa tenta cavar um alçapão

Para esconder a vergonhosa nomeação

Mas lá fora já sabem que cá dentro há muita corrupção

Todos perguntam por que razão não há responsabilização

Acho que é um defeito da Nação

Assumir as responsabilidades é à palmatória dar a mão

Não ficava bem nesta ocasião

Estamos ao comando da Europa, não podemos admitir a mais pequena suspeição

Temos de nos bater, com unhas e dentes, até os outros entenderem que nós é que temos razão

Tudo limpinho, sem qualquer truque de magia ou ocultação

Uma nação com tanta imaginação

Já mais poderia admitir que duvidassem da sua reputação

Assunto arrumado, para um Governo bem descarado.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 08:00

Postigo fechado

por cheia, em 20.01.21

Mal dita pandemia

Quem diria

Que tanta gente mataria

Tanta gente desesperada

Tanta casa fechada

No jardim, no banco, não nos podemos sentar

Nem beber café ao postigo

Temos de estar em casa fechados

Podemos ir à varanda

Espreitar a vizinha

Ver se está acompanhada

A rua está sozinha

Nem homem das castanhas

Nem o artista de rua

Nem o arrumador de automóveis

Ela está completamente nua

Até as aves estão a penar

Não há um resto de bolo

Nem pão, nem miolo

Está tudo tão limpo

Tão desinfetado

Mas ninguém tem cuidado

Andam sem máscaras

Em multidão

Para poderem sair à rua

Alugam um cão

Gabam-se de a todos enganar

Menos o vírus

Que sem esperarem

Os faz pararem

Depois, queixam-se da má sorte

Nunca dizem que é a cabeça que não tem norte

Não acreditam na ciência

Só em milagres!

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 08:00

Calor

por cheia, em 18.01.21

Sol

 

Sol, gosto de te ver!

As curvas da Terra aquecer

É digno de ver

O passarinho beijar o malmequer

O teu calor

O gelo derreter

A manhã a crescer

À medida que te distancias da linha do horizonte

Que amor, que fonte de calor!

Que a todos fazes sorrir

Por quentinhos se sentir

Que pena sumires!

Há noite, quando vamos dormir

Sou um privilegiado

Quando durmo a sexta

Tu beijas-me na testa

É tão bom!

Os teus beijos saborear

Contigo namorar

Beijar-te e abraçar-te

Sem receios, sem medos

Que o vírus nos incomode

Fico triste quando te despedes

Acordo cedo para te ver nascer

Para voltarmos ao nosso romance

Que, espero, seja duradouro.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

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publicado às 08:27

Fechado

por cheia, em 14.01.21

O sonho fechado

 

No frio da rua, fixas o olhar

Rua deserta, onde ninguém anda a caminhar

As aves tomaram conta dos espaços

Ensaiam novas coreografias

Livres, disputam o pouco alimento

Neste inverno cinzento

Assustadas por não verem movimento

O frio entra-nos pelos ossos adentro

Preparamos  mais um confinamento

O vírus e o frio voltam a fechar o hemisfério norte

Para todos, boa sorte!

Vamos dispor de mais tempo

Que deve ser bem aproveitado

Nem que seja para um novo cozinhado

Temos de manter um treino aturado

Para mantermos a saúde em bom estado

Para que quando o sonho for libertado

O podermos beijar em qualquer lado

Não adianta mal dizer do fado!

O melhor é encara-lo com agrado

Aceita-lo, é meio caminho andado.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 07:23

O sonho

por cheia, em 11.01.21

O futuro!

Depois de ultrapassarmos esta cruz

Temos de descobrir uma nova luz

Não devemos esperar pelo regresso ao passado

Porque ele já estava esgotado

Aproveitemos estes tempos de viragem

Para começarmos uma nova viagem

Com outra carruagem

Onde todos caibam

Sem as desigualdades, que a todos nos deviam envergonhar

Não é mais possível com este sistema caminhar

As novas tecnologias continuam por aproveitar

A inteligência artificial veio para ficar

E, pode muito bem nos ajudar

No grande salto com que estamos a sonhar

Carros partilhados em vez de comprados

Mais produção, com menos horas de trabalho

Tempo para ver o filho, acordado

O fim do trabalho não renumerado

A vida não se compra nem se vende no mercado

É para ser vivida com o entusiasmo desejado

A utopia faz parte deste apanhado

Sem ela não teríamos, ao espaço, chegado

Chegou a hora de beneficiarmos do progresso amealhado

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 07:59


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