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Feliz Natal

por cheia, em 08.12.25

Feliz Natal

 

Nestes tempos de palavras cor-de-rosa, custa, ainda, mais ver como os velhos ficaram desprotegidos com as novas leis neoliberais da habitação

Todos sabemos, como a habitação é um porto seguro, para todos, mas muito especial, para os velhos, que nos últimos dias de vida, esperam ter um abrigo, onde possam esperar pela morte

Com a crise da habitação são os jovens e os velhos os mais prejudicados, uns porque na idade de constituírem família, sem conseguirem uma habitação seja comprada ou arrendada, nem da casa dos país conseguem sair, os outros, no fim das suas vidas, são despejados, sem dó nem piedade

Com a filosofia dos liberais, que acham que somos todos iguais, que não devem haver exceções, que o mercado é que manda, que dizem que todos podemos escolher os melhores hospitais, colégios, mesmo que vivamos onde não há escolha, para eles o que conta é a competição, quem não tiver pernas, para acompanhar os melhores, pode ficar na berma ou ir para a sarjeta

É isso que estão a fazer com os velhos, que em tempos tinham a certeza que, por muitas voltas que a vida desse, tinham um lugar onde se agasalhar, até a morte os levar

Nas consecutivas crises deste século, foram as casas dos pais e dos avós que amorteceram o desespero dos que perderam o seu teto, porque com a subida dos juros do crédito à habitação, se viram privado das suas habitações, que tiveram de entregar aos Bancos, que têm lucrado muitos milhões (a Caixa Geral de Depósitos, até setembro teve um lucro de 1,4 mil milhões, o que daria mil milhões para o Estado, em dividendos

Muitos pais ou avós viram filhos ou netos voltarem ao ninho, acompanhados de netos ou bisnetos, as casas e as mesas tiveram de esticar, para todos acomodar, mas os rendimentos é que não conseguiram esticar

Alguns proprietários perderam as suas casas, que com tanto trabalho tinham comprado, porque foram fiadores de familiares, que não conseguiram honrar os seus compromissos, muitas vezes por causa do aumento dos juros, fazendo com que tenham ficado sem os lares.

Inquilinos idosos, com baixos rendimentos, que viram os filhos partir, por vários motivos, assumiram o papel dos pais, para com os netos, vivem com o credo na boca, sem saberem se na próxima renovação do contrato, para a rua irão. Não lhe chegava a dor da perda, ainda terão de viver na incerteza de não conseguirem assegurar um teto aos netos

Há quem implore por a última murada, quando dela for expulso, só resta a ossada, que em qualquer canto pode ser arrumada, viver na incerteza e na dolorosa miséria, é que não nada.

 

José Silva Costa  

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publicado às 07:48

Paz Natalícia

por cheia, em 01.12.25

Chegaste!

O Mundo aguardava-te

As crianças sonham contigo

És o mês mais querido

Aquele que consegue reunir as famílias

Fazer as crianças acordarem, sorrirem, sonharem

É pena que não consigas amolecer o coração

Dos que se alimentam do ódio

Que não se importam de todos espezinhar

Por causa da vã glória de mandar

Que gostam de alguns mal tratar

Só os ditadores querem apoiar

Este mundo esta a agoniar

O poderoso ditador a todos está a ameaçar

Quem não lhe lamber as botas e o bajular

Está condenado, se não forem as taxas, serão os horrores

Pior que um é a sociedade de dois ditadores

Dispostos a moldarem o munda às suas ambições

A todos querem dar lições

Mas, por falta de chá, só sabem dar murros e empurrões

Fazem parte da quadrilha dos ladrões

Sonham com muitos milhões

Para os bandidos pedem perdões

Não querem ver os amigos nas prisões

Contestam os tribunais e as suas decisões

São contra a justiça e a ordem internacional

Querem o caos para poderem reinar.

 

José Silva  Costa  

 

 

 

 

 

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publicado às 07:49

O outono!

por cheia, em 26.11.25

O outono

 

No quente frio deste outono

Unamos os nossos corpos, na casa fria

Quem gelado pode ter alegria?

Nas noites sem fim e curtos dias

Com o sol tão curto, nada aquece

Até o céu-da-boca arrefece

Na longa espera pela luz da lua

A rua treme de frio, nua

Que saudades do calor de agosto

Quando até a rua transpira e sua

É dura a vida de quem não nasceu com sorte

Na desigualdade dos dias semeia a fome

Alimenta-se de desigualdades até à morte

A triste sina de quem nasceu com má sorte.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 07:58

"safari turístico"

por cheia, em 22.11.25

Um jornalista de investigação croata apresentou hoje uma queixa junto do Ministério Público de Milão contra o presidente sérvio, Aleksandar Vucic, pela alegada implicação no chamado caso Sarajevo Safari.

O caso envolve supostos atiradores de Itália e de outros países que teriam viajado para a capital bósnia durante o cerco pelas forças sérvias de Sarajevo, nos anos 1990, para disparar, por diversão e a troco de grandes quantias de dinheiro, sobre civis desarmados.

A agência de notícias italiana ANSA avançou que o jornalista Domagoj Margetic apresentou a queixa contra o chefe de Estado sérvio aos procuradores que investigam o caso.

Nos últimos dias, como foi noticiado em Sarajevo, Margetic divulgou nas redes sociais indícios de que Vucic, então um jovem voluntário, esteve presente num dos postos militares em Sarajevo de onde, disseram testemunhas, cidadãos estrangeiros e unidades ultranacionalistas sérvias disparavam e matavam civis, num esquema descrito como um macabro "safari turístico".

Na sequência de uma queixa do jornalista e escritor italiano Ezio Gavazzeni, o Ministério Público de Milão abriu recentemente uma investigação ao caso "Sarajevo Safari" e tem vindo a recolher um número crescente de testemunhos na Bósnia-Herzegovina e noutros países.

O anúncio de uma investigação em Itália sobre supostos "atiradores de elite de fim de semana" que pagaram para disparar sobre civis durante os quatro anos de cerco em Sarajevo reacendeu as feridas da capital bósnia.

Entre abril de 1992 e fevereiro de 1996, Sarajevo foi vítima do mais longo cerco da história moderna e de uma guerra que devastou a Bósnia e causou mais de 100.000 mortos.

Vários meios de comunicação social italianos noticiaram que o Ministério Público de Milão abriu uma investigação sobre as supostas viagens de italianos ricos que atiravam do topo de edifícios contra civis presos na cidade, mas foram poucos os pormenores divulgados.

A justiça bósnia, que se ocupou das mesmas acusações em 2022, afirmou estar ainda a conduzir uma investigação própria.

No início de abril de 1992, as forças sérvias da Bósnia, que recuperaram armas do Exército Federal Jugoslavo, lançaram um cerco a Sarajevo. Em quatro anos, mais de 11.500 pessoas foram mortas na cidade, incluindo várias centenas de crianças, indicam números oficiais bósnios.

Os nomes das crianças assassinadas estão gravados num memorial no centro da cidade, numa lembrança diária da tragédia em Sarajevo.

Muitas dessas vítimas foram mortas por atiradores posicionados nas colinas em redor da cidade e a maior artéria da cidade foi batizada pelos jornalistas internacionais de "Sniper Alley" durante a guerra, constituindo uma forma de aterrorizar a população civil, explicou em várias sessões dos julgamentos o Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia.

Nenhum atirador furtivo ('sniper') foi pessoalmente responsabilizado, pois todas as condenações visaram os responsáveis e o comando.

Somando-se ao horror do cerco, os primeiros artigos que mencionavam o 'turismo de guerra' foram publicados no jornal bósnio Oslobodjenje.

A 01 de abril de 1995, na primeira página, o jornal titulou "Sniper Safari em Sarajevo". Abaixo, em várias colunas, o Oslobodjenje mencionou "testemunhos arrepiantes sobre o 'turismo de guerra'" e evocou "um oficial sérvio [que] propôs a um jornalista italiano disparar contra uma mulher idosa". "Eles preferem disparar contra crianças", lia-se noutro subtítulo.

Trinta anos depois, num artigo publicado em meados de novembro no portal da Radiosarajevo, um antigo responsável dos serviços secretos do exército da Bósnia-Herzegovina Edin Subasic contou que, em 1993, teve acesso a relatórios de interrogatórios nos quais um prisioneiro sérvio teria mencionado caçadores italianos a caminho de Sarajevo na companhia de voluntários também com a mesma nacionalidade.

"Homens ricos pagam às forças sérvias em Sarajevo para poderem disparar contra os muçulmanos", teria dito o prisioneiro, de acordo com o texto de Subasic.

Na época, não foi aberta nenhuma investigação judicial, apesar de os serviços secretos bósnios terem alertado membros dos serviços secretos italianos em Sarajevo sobre este caso, que voltou à tona décadas depois.

 

 

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publicado às 11:14

O Nobel da Paz!

por cheia, em 20.11.25

Operação contra imigração ilegal nos EUA: empresa de luso-americano é alvo

SIC NotíciasSIC Notícias

 

19 Novembro 2025 16:26
Operação contra imigração ilegal nos EUA: empresa de luso-americano é alvo

Operação contra imigração ilegal nos EUA: empresa de luso-americano é alvoCréditos:Jenny Kane/AP Photo

A empresa, que emprega cerca de 60 trabalhadores, situa-se na cidade de Newark, conhecida pela forte presença de imigração portuguesa. Agentes de imigração estão a identificar todos os funcionários no local.

Está em curso uma operação contra a imigração ilegal em Newark, nos Estados Unidos da América. Um dos alvos desta operação é o estabelecimento comercial de um luso-americano, que emprega cerca de 60 trabalhadores.

Não há ainda indicação de detenções. A empresa emprega vários imigrantes portugueses, mas a maioria dos trabalhadores serão latino-americanos brasileiros.

Esta é a segunda vez em poucos meses que esta empresa é alvo de operações deste género. Na primeira operação, foram detidas três pessoas, que estão com processos de deportação.

A operação desta quarta-feira está a ser levada a cabo pelo ICE, o serviço de Imigração cuja atividade Donald Trump tem reforçado, e pelo Departamento de Segurança Interna norte-americano.

O jornalista Ricardo Durães, que trabalha nos Estados Unidos da América, explica que a zona onde decorre esta operação tem forte presença de imigrantes portuguesesRelata um grande aparato policial. "Vários quarteirões estão fechados por agentes do ICE e pelo Departamento de Segurança Interna”, diz.

“Os agentes de imigração estão a identificar todos os funcionários que se encontravam no local. Poderá haver detenções, mas não estão ainda confirmadas”, adianta.

“É uma área densamente habitada, com várias escolas em volta. Tudo isto apanhou os residentes de surpresa”, refere Ricardo Durães.

No local, decorrem já protestos de ativistas contra esta operação.

 

  

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publicado às 07:50

Bancos & Impostos!

por cheia, em 31.10.25

“Gastámos 8 mil milhões no Novo Banco e recuperámos 2. Tenho dificuldade em fazer disto uma festa”

Jornal PT50Jornal PT50

 

31 Outubro 2025 13:16

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publicado às 14:59

Golas de Fogo

por cheia, em 31.10.25

Reedição

Golas de fogo

 

Aldeias Seguras

Golas de fogo

Os negócios com o fogo

Vão aos bolsos do povo

Por isso, é que tudo arde, de novo

Todos os anos!

A prevenção! Não

Senão, lá se vão os negócios

Para muitos tão proveitosos

Porque os preços, para a Proteção Civil

São a dobrar!

Os jornalistas falam demais

Os jornalistas sabem demais

Ai censura!

Em certas ocasiões, davas tanto jeito

Metias todo o pessoal em respeito

Isto de Governar em democracia é uma chatice

Andam, sempre, a escrutinar tudo

E a denunciar a aldrabice

Os incêndios, para muitos, são uma mina

Muito melhor, que o negócio da china

 

José Silva Costa

 

 

 

 

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publicado às 14:44

Hora!

por cheia, em 27.10.25

Hora

 

Mais hora menos hora

A vida não melhora

O problema é o sol

Há muito que tem vindo a encolher

Para o nosso lado

Não consente ser comprado

Tenta ser equilibrado

No Equador têm doze horas de noite, doze horas de dia

Noutros locais umas vezes é noite outras dia

Até perto do Natal vai sempre diminuir

Depois, começa, novamente, lentamente a aumentar

Como ele não pode estar as 24 horas em todo o lado, criaram os fusos horários

Se não mudássemos a hora, tínhamos de mudar os horários

Se continuássemos coma hora anterior, em Dezembro, nos campos, nas obras,…..

Não podiam começar a trabalhar às oito horas

Esquecemo-nos demasiadas vezes dos outros

Ao menos o sol não se esquece de ninguém

Não consegue é agradar a todos

Respeitemos a Natureza.

 

José Silva Costa

 

 

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publicado às 07:49

Outono!

por cheia, em 22.10.25

Outono

Nestes rudes tempos, indiferente à brutalidade, continuas a tua missão

Recolher as secas folhas, lavar as árvores, para receberem o inverno

Mas, as guerras, essas não param, continuam a alimentar o ódio

Os agiotas continuam a amontoar o dinheiro, vivem do seu cheiro

Tudo inútil, tudo sem futuro, tudo para criar fome, dor e morte

Nunca ouviram o puro choro do nascer de uma criança

A pedir, pão, paz, educação, habitação, futuro sem opressão

Mas, os donos do mundo não as ouvem

Só ouvem o telintar do ouro, como se isso fosse bom para o povo

Mais tarde ou mais cedo chega a chuva e o frio

Os migrantes dormem à porta da AIMA, no conforto do humanismo

Saboreando a nova política de acolhimento com dignidade

Dando um novo e bonito colorido à cidade

O Ministro bem os quer enganar, dizendo que podem utilizar o colo da Internet

Mas, eles o que querem é que lhes resolvam os problemas

Estão fartos de sistemas, da burocracia, da exigência de documentos, sem fim

Assim, preferem dormir nos braços da adorável AIMA, à espera de um milagre

Na confortável cama da discriminação da lei dos estrangeiros

Tão boa, para quem tem muito dinheiro, num país tão interesseiro.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

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publicado às 07:49

Desigualdades!

por cheia, em 10.10.25

E-Lar

 

O dinheiro do E-lar evaporou-se num ápice

Só os mais rápidos conseguiram inscrever-se

Os que mais precisavam ficaram de fora

Por que razão não começaram pelos mais pobres?

Se sabiam que não tinham dinheiro, para contemplar todos

Se não querem que ninguém fique para trás, como gostam de propagandear

Deviam ter em conta os que não têm acesso à Internet, nem a sabem utilizar

Mas, a Ministra parece que não conhece o país, ou quis tentar, com toda a pressa, angariar votos, para as eleições autárquicas, dirigindo a campanha para os possíveis eleitores do seu Partido

Se foi essa a intenção, prestou um mau serviço à democracia

Aqueles que servem os senhores, que conseguiram deitar a mão a esse dinheiro, não são parvos: sabem que ninguém gosta de injustiças, fazendo com que se revoltem, e na primeira oportunidade se vinguem

São essas medidas, que têm feito com que os mais pobres, os mais abandonados votem na extrema-direita

Portugal é um país solidário, ou 308 quintais, em que cada presidente de Câmara tenta tudo oferecer, sem que haja uma coesão territorial?

Nas grandes cidades, onde têm tudo à mão de semear, oferecem transportes públicos, na província, onde já não têm serviços públicos, nem sequer um multibanco, nem pagando, têm transportes públicos

Senhores Governantes, se continuarem a cavar desigualdades, a dizerem que tudo são maravilhas, que nascer nas ambulâncias, ter hospitais fechados, não ter médico de família, creches, jardins-de-infância, professores, estações de correio, multibanco, serviços públicos é normal. Assim, como esperar anos por uma consulta ou uma cirurgia é aceitável. Então, não se queixem, nem se admirem do Chega continuar a crescer

Os Partidos tornaram-se em agremiações fortificadas, que só ouvem os seus militantes, a não ser quando precisam de caçar votos. Assim, os que não conseguem obter respostas, para os seus problemas, só lhes resta utilizarem o único poder que têm: votar em quem lhes promete tudo, mesmo que não faça nada, “pior não fica”, supõem eles.

 

José Silva Costa

 

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publicado às 07:49


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