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Amanhã!

por cheia, em 10.12.19

O futuro

Amanhã não será Verão!

Amanhã será dia de te dar a mão

Vamos construir o nosso futuro

Que, como qualquer outro projeto

É um salto no escuro

Estamos confiantes de que o nosso está nas nossas mãos

Será que o conseguimos segurar!

Ou vai, por entre os dedos, esgueirar-se!

Amanhã, de mãos dadas, vamos colher uma flor

Para perfumar o mosso amor

Que com a passagem dos anos, não pode perder a cor

Temos de saber alimentá-lo, para que nunca esmoreça

Se mantenha vigoroso dos pés à cabeça

Para que consiga aguentar o desgaste do tempo

O cansaço do presente, a rotina de ser diferente

A alegria de nos abraçarmos em frente de toda a gente

Amanhã, com ou sem descendente

Vamos caminhar firmemente

Abraçar o futuro, viver o presente.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 19:24

COP25!

por cheia, em 06.12.19

Obrigado, Greta Thunberg

Obrigado por teres feito pelo ambiente mais, neste ano, do que todos os políticos em dez anos

A juventude entendeu a tua mensagem, porque é genuína, sem qualquer condicionalismo

Só uma pessoa livre, jovem, determinada poderia abraçar, com tanto fervor, esta causa

Não é fácil abdicar de tudo: o doce lar, a família, os amigos, o país, o futuro

Para ir, pelo Mundo, interpelar os políticos e forçá-los a fazerem qualquer coisa pela natureza

Nem que para isso tenham de enfrentar alguns interesses instalados, que não querem, privilégios, perder

Por isso, tantos te contestam, com os mais ridículos pretextos, como: por seres jovem não tens nada a dizer nem a ensinar-nos, os teus seguidores não serem exemplares!

Como se em todas as outras organizações, todos os seus membros fossem dignos de admiração

Não tivessem elementos, que delas se aproveitam, para praticarem a corrupção

Se em certas cidades já não conseguimos respirar, como é que podemos não te admirar!

Se a poluição mata três vezes mais que a Sida, a Malária e a Tuberculose, como é que podemos parar!

A tua atitude já fez muita gente mudar! E, mesmo os que te contestam, mais tarde ou mais cedo, vão deixar de gritar.

Tem sido assim com as grandes, médias e pequenas causas!

Quem é que, há meio século, acreditaria que hoje, fumar em espaços fechados, proibido, seria!

Foi uma dura luta, para que os cinzeiros fossem retirados dos comboios, dos escritórios, das fábricas, das escolas, dos restaurantes, cafés

Nos restaurantes tínhamos como aperitivo e sobremesa umas baforadas de fumo

Muitos fumadores não dispensavam um cigarro para acompanhar o café

Durante mais de vinte anos fumei dois maços de cigarros por dia, de borla!

Estávamos frente a frente, e o meu colega acendia uns nos outros

Como nem nos transportes, nem no local de trabalho me conseguia livrar do fumo

Optei por ir almoçar a um restaurante vegetariano. Assim ao almoço passei a ser vegetariano, e, mais tarde macrobiótico

Durante alguns anos, recusei-me a entrar em restaurantes e cafés, só voltei a frequentá-los, depois da proibição de fumar em locais públicos

A mudança está em marcha, não vale a pena negá-la, nem contestá-la!

O melhor é colaborar, para bem da nossa saúde.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

Obrigado, Gueta Thunberg

Obrigado por teres feito, pelo ambiente, mais neste ano, do que todos os políticos em dez anos

A juventude entendeu a tua mensagem, porque é genuína, sem qualquer condicionalismo

Só uma pessoa livre, jovem, determinada poderia abraçar, com tanto fervor, esta causa

Não é fácil abdicar de tudo: o doce lar, a família, os amigos, o país, o futuro

Para ir, pelo Mundo, interpelar os políticos e forçá-los a fazerem qualquer coisa pela natureza

Nem que para isso tenham de enfrentar alguns interesses instalados, que não querem, privilégios, perder

Por isso, tantos te contestam, com os mais ridículos pretextos, como: por seres jovem não tens nada a dizer nem a ensinar-nos, os teus seguidores não serem exemplares!

Como se em todas as outras organizações, todos os seus membros fossem dignos de admiração

Não tivessem elementos, que delas se aproveitam, para praticarem a corrupção

Se em certas cidades já não conseguimos respirar, como é que podemos não te admirar!

Se a poluição mata três vezes mais que a Sida, a Malária e Tuberculose, como é que podemos parar!

A tua atitude já fez muita gente mudar! E, mesmo os que te contestam, mais tarde ou mais cedo, vão deixar de gritar.

Tem sido assim com as grandes, médias e pequenas causas!

Quem é que, há meio século, acreditaria que hoje, fuma r em espaços fechados, proibido, seria!

Foi uma dura luta, para que os cinzeiros fossem retirados dos comboios, dos escritórios, das fábricas, das escolas, dos restaurantes, cafés

Nos restaurantes tínhamos como aperitivo e sobremesa umas baforadas de fumo

Muitos fumadores não dispensavam um cigarro para acompanhar o café

Durante mais de vinte anos fumei dois maços de cigarros por dia, de borla!

Estávamos frente a frente, e o meu colega acendia uns nos outros

Como nem nos transportes, nem no local de trabalho me conseguia livrar do fumo

Optei por ir almoçar a um restaurante vegetariano. Assim ao almoço passei a ser vegetariano, e, mais tarde macrobiótico

Durante alguns anos, recusei-me a entrar em restaurantes e cafés, só voltei a frequentá-los

depois da proibição de fumar em locais públicos

A mudança está em marcha, não vale a pena negá-la, nem contestá-la!

O melhor é colaborar, para bem da nossa saúde.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 19:38

Retrato Perfeito!

por cheia, em 27.11.19

Digitalizar!

Na montra do anonimato

Digitalizaste o teu retrato

Está tudo tão perfeito!

Criaste uns cabelos longos para prenderes os meus braços

Uns olhos de amêndoa e mel

Uns lábios de romã apaixonada

Um queixo perfeito

Colocaste o sinal no sítio certo

Mas, não fez efeito!

Tenho de te olhar, olhos nos olhos, para ver o jeito

Sentir o teu sangue queimar o meu peito

Beijar os teus lábios para matar o desejo

O digital não tem cheiro!

Nem dá para ver o rodopiar dos joelhos

No futuro, vamos poder digitalizar a cabeça, tronco e membros

Vamos aguardar, pelos resultados!

 

José Silva Costa

 

 

 

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publicado às 20:10

Amor eterno!

por cheia, em 24.11.19

No tempo da outra senhora (2)

 

Francisco já tinha feito o serviço militar

Estivera na fronteira do Alentejo

Na zona de Évora

Aquando da guerra civil Espanhola

Num exercício de artilharia

As coordenadas estavam erradas, racharam uma, centenária,

oliveira

Tinha estado em São Miguel do Pinheiro (Mértola)

Para aprender o ofício de ferreiro

Estava quase com trinta anos, procurava companheira

Encantou-se com a Alice, que era muito bonita

Pudera, tinha dezassete anos, menos doze que ele!

Quem não queria, uma tão linda flor!

Francisco ia, quase todos os dias, montado no macho

Namorar a Alice, não tinha tempo a perder

A Alice era a segunda de cinco raparigas e três rapazes

Ainda viria a ter mais um irmão, aquando de seu segundo filho

Mãe e filha grávidas, apenas, com um mês de diferença

Francisco convenceu a Alice a juntarem-se, pelo Santo Amaro

Era o habitual, não havia dinheiro para casamentos

Levou-a para o seu monte

Alugou uma parte da casa onde, também, funcionava a Escola Primária

Do lado direito vivia o novo casalinho, no esquerdo, por detrás da sala de aulas, a Dª. Olenca

Uma Algarvia, que viria a tirar a primeira fotografia ao futuro rebento

Estávamos em plena segunda guerra mundial, que a todos castigava

Senhas de racionamento, fome, miséria, sofrimento e morte

O futuro rebento recusou-se a nascer antes, da guerra acabar

Nasceu quatro meses depois, da mãe fazer dezoito anos

Alice esteve à morte, teve hemorragias.

Um curioso receitou-lhe uma sangria!

Médicos e hospitais, não havia!

Só lá em Lisboa!

Recorriam aos curandeiros locais

O pai de Alice, receando perder a segunda filha e o primeiro neto

Levou-os para a casa da família, onde a mãe e as irmãs os trataram.

 

José Silva Costa

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 19:13

Os cavalos!

por cheia, em 23.11.19

No tempo da outra senhora

 

O dia tinha acordado

O sol estava do nosso lado

Dois guardas a cavalo assomaram, na altura

As pessoas abandonaram a rua

Não gostavam dos visitantes

Representavam os mandantes

Muitos eram arrogantes

Prendiam os habitantes

Com o pretexto de que, do PC., eram militantes

Contestavam, dizendo que nem sabiam do que se tratava

Mas, a GNR. é que mandava

A sua palavra condenava

Na rua não se via viva alma

Com a exceção de uma criança

Que estava atemorizada

Com aqueles enormes cavalos, gordos, pelos guardas, montados

Os adultos fecharam-se em casa

Entreabriram os postigos, por onde espreitavam

Atravessaram todo o monte

Desta vez não prenderam ninguém

A criança quando os viu, no fim do monte, desaparecer

Disse a todos que podiam sair

Já se tinham ido embora.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

No tempo da outra senhora

 

O dia tinha acordado

O sol estava do nosso lado

Dois guardas a cavalo assomaram, na altura

As pessoas abandonaram a rua

Não gostavam dos visitantes

Representavam os mandantes

Muitos eram arrogantes

Prendiam os habitantes

Como o pretexto de que, do PC., eram militantes

Contestavam, dizendo que nem sabiam do que se tratava

Mas, a GNR. é que mandava

A sua palavra condenava

Na rua não se via viva alma

Com a exceção de uma criança

Que estava atemorizada

Com aqueles enormes cavalos, gordos, pelos guardas, montados

Os adultos fecharam-se em casa

Entreabriram os postigos, por onde espreitavam

Atravessaram todo o monte

Desta vez não prenderam ninguém

A criança quando os viu, no fim do monte, desaparecer

Disse a todos que podiam sair

Já se tinham ido embora.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 19:28

O futebol é que educa!

por cheia, em 20.11.19

O vinho é que instrói!

Mais um mega processo : dez Câmaras Municipais, quatro Clubes de Futebol, sessenta e oito arguidos

Mais um que não vai dar em nada, como aconteceu com o Apito Dourado, Toupeiras e outros

Porque no fim, o futebol é, sempre, ilibado. Oh! Não fosse ele quem manda em Portugal

Terrenos Municipais, dinheiro dos contribuintes, tudo consumido com os milionários ordenados dos jogadores, dirigentes, agentes e companhia

O presidente do Benfica, já garantiu um encaixe de 3,8 milhões, quando deixar a presidência

Uma afronta a quem sobrevive com 200, 300, 600 euros por mês

Ainda ontem, uma mãe de duas meninas, desempregada, se queixava que vivem com pouco mais do que o abono de família, sorria para não morrer, faz das tripas coração, na esperança que elas tenham uma vida melhor

Não se manifestem por não terem médicos nos hospitais, nem comboios nem linhas férreas, nem berçários nem jardins- de- infância, nem professores nem auxiliares, amianto não nos faltará

Para grande satisfação dos que encheram o Estádio Nacional, com cascóis, temos dez campos de futebol, construídos para o Euro 2004, alguns às moscas, que ainda estamos a pagar

Que nunca nos falte o futebol, vinte e quatro horas por dia, em todos os canais de televisão

No futebol, como no resto em geral, a corrupção está para ficar!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

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publicado às 19:47

Erotismo

por cheia, em 17.11.19

Erotismo

Deito-me com jeito no teu leito

Percorro-te num olhar perfeito

O olhar para nos cimos

Rosáceas de mármore de bicos em cima

Hirtos, apontados aos céus

Iluminam o sol, a lua, e as estrelas da rua

Fico inebriado

As nossas caricias são um bailado

Subimos e descemos o céu estrelado

Fundidos, acabamos prostrados

Felizes, ouvimos a chuva a acariciar os telhados

Um domingo de sol molhado

Como gostámos de, assim, o ter passado!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:10

A cor do outono

por cheia, em 14.11.19

A Natureza

 

Vamos, neste outono amoroso, continuar

Os dois, beber todo o amor, para a natureza atuar

Nada nos pode afastar do nosso sonho de a amar

É tão bom olhar para ela, vê-la vestida de beleza!

Para onde quer que nos viremos, vemos pureza

Nós adoramos-te, querida natureza

Nunca mais te agrediremos, com leveza

Isso, só nos traria mais pobreza

Não olhes, para nós, com estranheza

Já aprendemos a lição, de que não é com destruição

Que combateremos a sufocante poluição

Não queremos máscaras para a respiração!

Nem ficar presos em casa, sem solução

Atados, procurando com a imaginação

O que devemos e não devemos fazer, para a correção

De tantos erros acumulados, devido à grande ambição

De comprarmos todas as ilusões, que constam da publicação

De atulharmos as casas de coisas tão necessárias

Que não servem para nada, apenas acumular o pó.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

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publicado às 18:07

A Cega Que Só Vê o Que Quer

por cheia, em 13.11.19

Tenho vergonha de uma sociedade que prende preventivamente uma mulher que joga no meio do lixo o filho acabado de nascer. Tenho vergonha de uma justiça que parou num dia qualquer há mais de quatro mil anos, sentenciando "olho por olho, dente por dente" e jogando essa mulher no meio do lixo.

Quem pode não saber que uma mulher assim, jovem e sem-abrigo, é alguém que acumula tanto sofrimento que torna impossível que não seja cada um de nós tão ou mais culpado que ela pelo que a ela e ao seu filho aconteceu? Quem pode ser tão cruel para se apressar a castigar quem precisa de ajuda psicológica e tratamento médico?

Não nos podemos iludir, esta decisão não é fruto de um algoritmo, não nasce do acaso. Brota de uma agenda populista, de uma Comunicação Social tabloide que semeia culpas para colher sentenças, de comentadores e políticos justiceiros a quem uma parte do Ministério Público e alguns juízes gostam de fazer a vontade. Uma imigrante africana, desinserida da sociedade, que cometeu o crime de abandonar um recém-nascido em condições que podiam ter sido fatais só é um caso a necessitar de uma "sentença" exemplar para uma justiça que alinha as suas preocupações com os populistas, que não têm nunca disponibilidade para procurar resolver, antes se apressam a condenar sem querer saber como foi possível. Sim, é evidente que neste caso a prisão preventiva funciona como castigo. Não se destina a evitar a continuidade da prática criminosa, nem pode presumir a capacidade da arguida prejudicar a investigação estando em liberdade. Fugir, sim, admito que lhe tenha passado pela cabeça, muitas vezes, fugir do destino que lhe coube em má sorte.

Esta justiça que procura estar sintonizada com a horda de justiceiros, que não hesita quando é para prender, é uma justiça que não procura ser justa e que quer ter as mãos mais livres para ser discricionária e agir de acordo com interesses próprios. Esta não é a justiça que queremos cega para não olhar a quem, é uma justiça que espreita pelo canto da venda. O supremo magistrado da nação convoca a "compreensão humana para o ambiente que rodeou o gesto daquela mulher" e deixou "uma palavra especial a pensar no drama daquela mãe que, numa situação de desespero, foi levada a fazer aquilo que fez". O que Marcelo nos lembrou só não vê quem não quer. Que lhes pese na consciência a decisão que tomaram.

Paulo Baldaia

Jornalista  -  JN

 

 

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publicado às 19:46

Rua!

por cheia, em 10.11.19

Rua!

 

Vives na rua

À luz da lua

Na indiferença, nua

De quem passa

Olha para o lado

Para não ver o frio duro

Que te agasalha

No aconchego

Das pedras da calçada

Com as estrelas como almofada

Em lençóis românticos, deitada

Sonhando com um mundo de fada

Que não tem data anunciada!

Prometido em cada eleição, marcada

Mas, as legislaturas passam, e nada!

Tu aguardas desesperada

Por uma mão amada

Que te ajude a subir a, social, escada.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 19:34


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